Sejamos pacientes e não arrogantes
O que você aprendeu sobre a importância de ser paciente quando estamos nos esforçando para receber responsabilidades na congregação?
Comentário 1: Não receber a responsabilidade que desejamos não significa que não podemos continuar sendo úteis. O irmão do vídeo já tinha uma designação como ajudante, mas no começo achava que era algo sem muita importância. A paciência o ajudou a valorizar o que podia fazer, em vez de se concentrar no que não tinha recebido.
Comentário 2: Eu acho interessante que o irmão reconhecia que Mario era um bom orador, mas logo pensava na juventude dele e no pouco tempo que tinha como ancião. Quando desejamos uma responsabilidade, podemos fazer algo parecido: enxergar claramente nossas próprias qualidades e diminuir a importância das qualidades de outra pessoa. Ser pacientes nos permite dar uma oportunidade ao irmão e conhecer melhor suas capacidades, sem decidir de antemão que ele não está preparado.
Comentário 3: O problema não era que aquele irmão queria servir mais. Ele amava a Jeová e queria fazer tudo o que pudesse para servi-lo. Mas precisava reconhecer que o orgulho estava influenciando sua reação. Isso me ajuda a ver que um desejo correto pode se misturar com sentimentos que precisamos corrigir. Se não recebemos uma responsabilidade, é bom nos perguntar se continuamos dispostos a cooperar com o mesmo entusiasmo, mesmo que outro irmão a receba.
Comentário 4: A sugestão que ele recebeu foi simples: dar uma oportunidade a Mario. Ele não precisava resolver imediatamente todas as suas dúvidas nem provar que teria feito o trabalho melhor. Precisava deixar o tempo passar e observar com uma atitude mais aberta. Às vezes, a paciência começa assim: paramos de alimentar uma primeira impressão negativa e permitimos que o irmão mostre o que pode fazer. Isso nos ajuda a cooperar com ele, em vez de ficar atentos aos possíveis erros dele.
Comentário 5: Ter experiência é valioso, mas isso não nos dá o direito de receber uma determinada responsabilidade. O irmão pensava muito na própria experiência e no fato de que Mario tinha apenas um ano como ancião. No entanto, com o tempo, ele entendeu por que Mario tinha recebido aquela designação. Ser pacientes nos ajuda a reconhecer que nossa avaliação inicial pode estar incompleta e que também podemos aprender de alguém com menos experiência.
O que você aprendeu sobre como devemos reagir quando não concordamos com uma instrução da organização?
Comentário 1: A primeira coisa é estar dispostos a examinar nossa própria maneira de pensar. Taro reconheceu que também não tinha sido fácil para ele aceitar a decisão. Mas não ficou procurando razões para rejeitá-la. Entendeu que precisava mudar sua atitude. O exemplo dele nos incentiva a nos examinar antes de insistir que os outros é que precisam mudar.
Comentário 2: No vídeo, o irmão já estava imaginando todos os problemas que precisariam ser resolvidos na próxima visita. No entanto, esses problemas ainda não tinham acontecido. Quando uma instrução não combina com nosso ponto de vista, podemos nos adiantar e presumir que tudo dará errado. A paciência nos ajuda a controlar essa reação. Em vez de alimentar previsões negativas, podemos nos concentrar em cooperar e dar tempo para ver como o ajuste funciona.
Comentário 3: Acho importante que todos tinham podido expressar o que pensavam. Depois, o superintendente de circuito tomou uma decisão com base nas instruções da filial. Portanto, não era que ninguém os tivesse escutado. O ponto era aceitar que expressar uma opinião não significa que ela precisa determinar o resultado. Podemos contribuir com o que sabemos de modo respeitoso e depois apoiar a decisão, mesmo que não seja a que teríamos tomado.
Comentário 4: Taro tinha experiência, e por isso o outro irmão pediu sua opinião. Mas ele não usou essa experiência para se apresentar como alguém que sabia mais do que os outros. Reconheceu que precisava corrigir sua maneira de pensar e que o lembrete bíblico também era necessário para ele. Essa humildade tornou seu conselho mais pessoal. Quando alguém nos consulta, podemos ajudá-lo muito mais reconhecendo nossas próprias dificuldades do que reforçando a discordância dele.
Comentário 5: Algo que me ajuda no exemplo de Taro é que ele recorreu à Bíblia para reajustar sua atitude. Não se limitou a discutir qual interpretação parecia melhor nem a comparar opiniões. Lembrou-se de um texto e o compartilhou com o outro irmão. Quando uma instrução é difícil para nós, precisamos deixar que os princípios bíblicos orientem nossa reação. Isso pode nos ajudar a sair de uma conversa centrada em preferências pessoais e voltar a pensar no que Jeová espera de nós.
O que você aprendeu sobre apoiar as decisões tomadas na congregação, mesmo quando não são o que preferimos?
Comentário 1: Apoiar uma decisão pode nos dar a oportunidade de cuidar de uma necessidade que não tínhamos considerado. Francis queria pregar com os amigos, mas os irmãos Kenny agradeceram muito a ajuda dele. Quando deixou de se concentrar na própria preferência, conseguiu ver que permanecer no grupo designado era uma maneira concreta de mostrar carinho por eles.
Comentário 2: Francis dizia que amava muito aqueles irmãos. Portanto, o problema não era falta de carinho, mas o fato de que naquele momento ele estava pensando mais no que queria fazer. Acho que podemos nos identificar com essa situação. Amar nossos irmãos também envolve levar em conta o que eles precisam quando isso não combina com nossos planos. Apoiar uma decisão nos dá a oportunidade de transformar esse carinho em ajuda prática.
Comentário 3: Acho interessante que Francis parou para pensar antes de fazer a mudança que tinha planejado. Ele já tinha uma ideia de como sair com os amigos, mas examinou seus motivos e decidiu agir de outra maneira. Isso nos lembra que uma primeira reação egoísta não precisa resultar numa decisão ruim. Ainda podemos parar, pensar nos outros e escolher uma maneira de agir que os beneficie.
Comentário 4: Uma das coisas que fez Francis refletir foi o exemplo que daria. Ele não pensou apenas se poderia mudar de grupo, mas no que sua conduta transmitiria aos outros. Esse é um bom critério quando uma decisão não é a nossa preferência. Antes de fazer as coisas do nosso jeito, podemos nos perguntar se nossa reação incentiva a cooperação ou dá a entender que as preferências pessoais devem sempre estar acima do que foi combinado.
Comentário 5: O vídeo apresenta uma situação muito comum: como os grupos são organizados para pregar. Não era uma grande responsabilidade nem uma decisão extraordinária. Mesmo assim, Francis percebeu que sua reação tinha a ver com seu desejo de agradar a Jeová. Isso me ajuda a não minimizar as pequenas oportunidades de cooperar. Nossa disposição de apoiar os irmãos também fica evidente nesses detalhes da vida da congregação.
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