Iniciando conversas
Dados da designação
Designação: Iniciando conversas
Lição e ponto: Lição 2 · Naturalidade · ponto 3
Objetivo didático: Seja observador. O que as expressões faciais e a linguagem corporal da pessoa mostram? Ela parece estar com vontade de conversar? Uma maneira simples de introduzir uma ideia bíblica é perguntar: “Você sabia que…?”. Se alguém não quiser conversar, não insista.
Cenário: Na área de espera de um viveiro, uma publicadora conversa pela primeira vez com uma cliente que sorri enquanto arruma suas plantas e está contente por sua primeira colheita. Material oficial: (3 min.) TESTEMUNHO INFORMAL. Inicie uma conversa com alguém que parece estar contente (lmd lição 2 ponto 3). Lição 2 · Naturalidade · ponto 3: seja observador; note as expressões faciais e a linguagem corporal para avaliar se a pessoa quer conversar e não insista se ela não quiser falar. Texto bíblico: João 4:7. Objetivo: iniciar uma conversa natural, escutar e adaptar o diálogo às reações da pessoa.
Texto bíblico associado: João 4:7 — Uma mulher de Samaria chegou para tirar água. Jesus lhe disse: “Dê-me um pouco de água.”
Material oficial: TESTEMUNHO INFORMAL. Inicie uma conversa com alguém que parece estar contente (lmd lição 2 ponto 3).
Publicador(a): Quer que eu deixe um pouco de espaço para você apoiar a bandeja? Com tantos vasos, você vai precisar de outra mão.
Pessoa: Pois é, obrigada. Eu vim buscar uma planta só e veja como terminei. É que finalmente consegui colher meus primeiros tomates e fiquei animada.
Publicador(a): Então essas compras são para aumentar a horta! Você cultiva num terreno ou em vasos?
Pessoa: Em vasos, na varanda. Não tenho muito espaço. Eles nasceram pequenos, mas ontem colocamos na salada. Meu marido diz que eu olho para eles como se fossem um prêmio.
Publicador(a): Depois de cuidar deles, comer algo que você mesma cultivou deve dar satisfação. Eu estou procurando algo simples para começar. O que foi mais difícil para você?
Pessoa: Não regá-los demais. Quase os afoguei. Uma vizinha viu as folhas e me explicou o que estava acontecendo. Ainda bem, porque eu estava pensando em colocar mais água.
Publicador(a): É bom saber disso; eu teria feito a mesma coisa. Sua vizinha também cultiva outras coisas?
Pessoa: Ela tem uma varanda linda. Antes, nós mal nos cumprimentávamos. Um dia perguntei sobre as plantas dela e agora trocamos mudas. Bem, por enquanto ela me dá mais do que recebe.
Publicador(a): Que interessante: pedir um conselho abriu caminho para vocês se conhecerem. Às vezes a pessoa acha que precisa ter algo interessante para contar, quando pode começar por escutar e aprender.
Pessoa: Sim, embora nem todo mundo esteja com vontade. Tem outro vizinho que mal responde. Com ele, não me atrevo a passar do cumprimento.
Publicador(a): É verdade, também não sabemos se ele está com pressa ou preocupado com alguma coisa. Se ele não quiser conversar, é melhor deixá-lo tranquilo. O que você contou sobre sua vizinha me lembra um detalhe de Jesus de que gosto muito.
Pessoa: De Jesus? Não vejo o que isso tem a ver com meus tomates.
Publicador(a): Com os tomates, nada. Eu quis dizer que você começou pedindo ajuda. Há um relato bíblico em que Jesus inicia uma conversa assim, com um pedido do dia a dia. Posso ler essa frase para você? É bem curta.
Pessoa: Tudo bem, se for curta… Enquanto esperamos nossa vez.
Publicador(a): Sim, está aqui no meu celular. Veja o que ele pediu a uma mulher que chegou para tirar água. Está em João 4:7.
João 4:7 — Uma mulher de Samaria chegou para tirar água. Jesus lhe disse: “Dê-me um pouco de água.”
Publicador(a): Foi um pedido simples, relacionado ao que ela estava fazendo. Esse detalhe me ajuda a não complicar tanto as coisas quando quero começar a conhecer alguém.
Pessoa: Nunca tinha pensado que a Bíblia tivesse detalhes tão comuns do dia a dia. Embora eu prefira que as conversas surjam naturalmente, em vez de levar uma frase preparada.
Publicador(a): Eu também me sinto mais à vontade quando elas surgem do que está acontecendo. Não se trata de repetir aquele pedido. Hoje, por exemplo, aprendi algo sobre rega graças às suas plantas.
Pessoa: Então pergunte também aqui, porque eu ainda sou iniciante. Olhe, chegou minha vez. Obrigada por abrir espaço para mim.
Pessoa: Fico contente que tenha ajudado. Às vezes fico sem jeito quando me perguntam, porque parece que, por ter algumas plantas, já tenho que saber tudo.
Publicador(a): É verdade, uma pergunta pode fazer a pessoa se sentir como se estivesse sendo examinada, mesmo sem querer. Mas não precisamos saber tudo para contar o que deu certo. Você me contou até o que deu errado, e isso é útil para mim.
Pessoa: Vendo por esse lado, é verdade. Minha vizinha também me conta quais plantas dela secaram. Isso diminui bastante meu medo de errar.
Publicador(a): É bom poder aprender sem achar que precisamos fazer tudo perfeitamente. Vou começar com um vaso e algum conselho simples, como o seu.
Publicador(a): De nada. Que sua próxima colheita seja muito boa.
Iniciando conversas
Dados da designação
Designação: Iniciando conversas
Lição e ponto: Lição 4 · Humildade · ponto 5
Objetivo didático: Seja brando. Não insista em provar que você está certo. Nosso objetivo não é discutir. A humildade vai ajudá-lo a manter a calma e saber quando é hora de ir embora (Pro. 17:14; Tito 3:2). Se responder de modo bondoso e mostrar brandura, talvez a pessoa esteja disposta a conversar conosco em outra ocasião.
Cenário: Na porta de uma casa, um publicador fala pela primeira vez com um vizinho irritado porque a campainha interrompeu seu descanso depois do turno da noite. Material oficial: (2 min.) DE CASA EM CASA. A pessoa está irritada (lmd lição 4 ponto 5). Lição 4 · Humildade · ponto 5. Objetivo: ser brando, não insistir em provar que está certo e saber quando ir embora. Texto bíblico: Tito 3:2.
Texto bíblico associado: Tito 3:2 — que não falem mal de ninguém, que não sejam briguentos, mas que sejam razoáveis, demonstrando toda brandura para com todos os homens.
Material oficial: DE CASA EM CASA. A pessoa está irritada (lmd lição 4 ponto 5).
Publicador(a): Bom dia. Nós somos Testemunhas de Jeová. Estamos visitando os vizinhos…
Pessoa: De novo a campainha! Primeiro um entregador que erra o endereço e agora vocês. Acabei de chegar do trabalho noturno. Será que a pessoa não pode descansar na própria casa?
Publicador(a): Desculpe, não sabíamos que você estava descansando. Depois de trabalhar a noite toda, você precisa dormir. Não queremos causar mais incômodo; vamos deixá-lo descansar.
Pessoa: Espere, uma coisa. E por que vocês precisam ir às casas? Se alguém quiser saber sobre religião, vai procurar onde perguntar. Para mim, essas visitas parecem uma imposição.
Publicador(a): Entendo que uma visita inesperada possa incomodar, especialmente agora. Viemos oferecer uma conversa sobre a Bíblia, mas você decide se quer conversar. Não tem obrigação nenhuma de nos escutar.
Pessoa: Isso parece bom, mas às vezes a pessoa diz que não e vocês começam a perguntar: por que não, tem certeza…? E no fim ela precisa fechar a porta.
Publicador(a): Você não deveria ter que dar explicações para encerrar uma conversa. Se eu continuasse insistindo depois de você dizer que precisa descansar, eu não estaria respeitando o que acabou de me dizer.
Pessoa: Bem, pelo menos você não começou a discutir. Pensei que fosse dizer que era errado eu estar irritado. Estou cansado e, sinceramente, não tenho paciência.
Publicador(a): Não vim julgá-lo. Na verdade, há um conselho bíblico que me lembra como devo tratá-lo. É uma única frase. Posso lê-la antes de ir embora?
Pessoa: Se for só uma frase, tudo bem. Mas não quero começar uma conversa longa.
Publicador(a): Claro. Veja o conselho de Tito 3:2, que eu também devo aplicar quando bato numa porta.
Tito 3:2 — que não falem mal de ninguém, que não sejam briguentos, mas que sejam razoáveis, demonstrando toda brandura para com todos os homens.
Publicador(a): Isso me lembra que não basta falar sobre a Bíblia; também preciso escutar e respeitar a pessoa. No seu caso, isso significa deixá-lo descansar, não tentar ganhar uma discussão.
Pessoa: Pois é. Não tenho interesse em falar sobre religião. E agora vou desligar a campainha para poder dormir.
Publicador(a): Entendido. Desculpe a interrupção. Tenha um bom descanso.
Iniciando conversas
Dados da designação
Designação: Iniciando conversas
Lição e ponto: Lição 2 · Naturalidade · ponto 4
Objetivo didático: Tenha paciência. Não ache que precisa começar a falar sobre a Bíblia imediatamente. Espere o momento apropriado e introduza o assunto de modo natural. Talvez você precise esperar até a próxima vez que falar com a pessoa.
Cenário: Na porta de uma casa, uma publicadora conversa pela primeira vez com uma mulher que parece triste e acaba de perder o emprego por causa do fechamento de uma loja. Material oficial: (2 min.) DE CASA EM CASA. A pessoa que atende à porta parece triste (lmd lição 2 ponto 4). Lição 2 · Naturalidade · ponto 4. Objetivo: ter paciência, não falar sobre a Bíblia imediatamente e esperar o momento apropriado para introduzi-la com naturalidade, até mesmo em outra visita, se necessário. Texto bíblico: Eclesiastes 3:7.
Texto bíblico associado: Eclesiastes 3:7 — Tempo para rasgar e tempo para costurar; Tempo para ficar calado e tempo para falar;
Material oficial: DE CASA EM CASA. A pessoa que atende à porta parece triste (lmd lição 2 ponto 4).
Publicador(a): Bom dia. Estamos visitando os vizinhos. Você tem um momento para conversar, ou prefere que deixemos para outro dia?
Pessoa: Bem, não sei… Acabei de voltar do trabalho para buscar minhas coisas. Fecharam a loja onde eu trabalhava havia quinze anos. Estou com a cabeça em outro lugar.
Publicador(a): Sinto muito. Depois de tantos anos, não deve ser fácil chegar em casa com uma notícia dessas. Não quero interrompê-la.
Pessoa: Você não está interrompendo. O pior foi me despedir das minhas colegas. Minha irmã diz que com certeza vou encontrar algo melhor, mas agora não quero ouvir isso.
Publicador(a): É verdade, encontrar outro emprego não apaga o que ficou para trás. Embora sua irmã queira animá-la, talvez agora você precise falar sobre o que aconteceu, sem procurar soluções ainda.
Pessoa: É isso. Todos me mandam ofertas de emprego. Eu vou vê-las, mas hoje queria contar como foi a despedida. Parece que ficar triste deixa os outros desconfortáveis.
Publicador(a): Às vezes queremos ajudar e nos apressamos em dizer alguma coisa. Você conseguiu falar com sua irmã sobre a despedida?
Pessoa: Um pouco. Depois ela começou a dar conselhos. A propósito, vocês são de alguma igreja?
Publicador(a): Somos Testemunhas de Jeová. E o que você contou me lembra algumas palavras da Bíblia que nos ajudam a pensar em quando é melhor falar e quando escutar. Posso lê-las para você?
Pessoa: Sim, se forem breves. Mas hoje não quero uma explicação longa.
Publicador(a): Claro. Veja esse contraste ao ler Eclesiastes 3:7.
Eclesiastes 3:7 — Tempo para rasgar e tempo para costurar; Tempo para ficar calado e tempo para falar;
Publicador(a): Isso me lembra que nem sempre precisamos preencher o silêncio com conselhos. Escutar também é uma maneira de acompanhar alguém.
Pessoa: Acho isso bom. Talvez eu diga à minha irmã que hoje só preciso que ela me escute. Amanhã veremos.
Publicador(a): Não vou tomar mais seu tempo. Se nos encontrarmos outro dia e você quiser conversar, poderemos fazer isso com calma.
Publicador(a): Seria fácil dizer isso a ela? Às vezes é difícil pedir o que precisamos.
Pessoa: Tenho medo de que ela pense que não agradeço sua ajuda. Ela passou a manhã procurando ofertas para mim.
Publicador(a): Você poderia começar agradecendo. Assim ela saberá que você valoriza o esforço dela, embora agora precise de outra coisa. Por exemplo: “Obrigada por procurar essas ofertas. Podemos falar primeiro sobre minhas colegas? Vou sentir falta delas”.
Pessoa: Sim, assim não parece que estou rejeitando a ajuda dela. Acho que eu conseguiria dizer isso.
Pessoa: Tudo bem. Agora vou ligar para minha irmã.
Discurso
Dados da designação
Designação: Discurso
Cenário: Diante da congregação, o orador apresenta uma exposição contínua sobre a relação entre Jesus e o Pai, sem interlocutores fictícios. Material oficial: (4 min.) lmd apêndice A ponto 20. Título: Jesus não é Deus (th lição 7). Objetivo: usar informações exatas e convincentes, basear-se na Bíblia e ajudar os ouvintes a raciocinar. Texto lido: João 14:28. O ponto 20 também remete a 1 Coríntios 11:3.
Texto bíblico associado: João 14:28 — Vocês ouviram que eu lhes disse: ‘Vou embora e vou voltar para vocês.’ Se vocês me amassem, se alegrariam de que vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.
Material oficial: lmd apêndice A ponto 20. Título: Jesus não é Deus (th lição 7).
Quando falamos sobre Jesus com alguém que o ama e respeita, temos um ponto importante em comum: queremos levar a sério os ensinamentos dele. Mas pode surgir uma pergunta importante: Jesus é Deus? Para responder, o mais seguro não é nos apoiar em opiniões pessoais, mas escutar o que o próprio Jesus explicou.
A maneira de abordar essa pergunta também é importante. Não queremos transformar uma conversa sobre a Bíblia numa discussão. Nosso objetivo é ajudar a pessoa a entender um ensinamento. Por isso, podemos começar reconhecendo sinceramente o respeito que ela sente por Jesus e o desejo de conhecê-lo melhor.
Então, que informações podem nos ajudar a chegar à conclusão correta? Temos uma declaração direta de Jesus sobre sua relação com o Pai. Não precisamos começar com uma explicação complicada. Primeiro, vamos ouvir as palavras dele e depois pensar com cuidado no que significam.
Em João 14:28, Jesus fala sobre ir para o Pai e sobre como seus discípulos deveriam se sentir diante dessa perspectiva. Ao explicar por que eles poderiam se alegrar, ele fornece um dado fundamental sobre a posição que ocupa em relação ao Pai. Vamos ler o versículo e prestar atenção nessa explicação.
João 14:28 — Vocês ouviram que eu lhes disse: ‘Vou embora e vou voltar para vocês.’ Se vocês me amassem, se alegrariam de que vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.
Jesus apresenta o Pai como superior a ele. Essa comparação nos ajuda a entender que ele não está afirmando que os dois têm a mesma posição. É Jesus quem explica a diferença. Aceitar essa diferença não significa desrespeitá-lo; significa levar a sério o que ele diz sobre si mesmo.
Além disso, observe o contexto imediato. Jesus relaciona sua partida ao amor que seus discípulos sentem por ele. Portanto, reconhecer a superioridade do Pai não é incompatível com amar Jesus. No próprio versículo, essas duas ideias aparecem juntas: o amor por Jesus e a posição superior do Pai.
Isso nos permite responder com calma a uma preocupação compreensível: dizer que Jesus não é Deus diminui sua importância? Não. Reconhecer a posição de alguém não equivale a desprezá-lo. Nesse caso, não estamos atribuindo a Jesus uma posição segundo nosso próprio critério; estamos aceitando a relação que ele mesmo descreve.
Pense numa distinção simples. Apreciar profundamente alguém não exige atribuir-lhe uma autoridade que ele não afirma ter. Também demonstramos respeito quando o escutamos com atenção. Do mesmo modo, nosso amor por Jesus deve nos motivar a aceitar suas palavras, não a substituí-las pelo que imaginamos.
Ao explicar esse texto, é bom deixar a pessoa raciocinar. Poderíamos perguntar com tato que diferença Jesus indica entre ele e o Pai. Depois, devemos dar tempo para ela pensar. Uma pergunta simples pode ajudar mais do que uma longa série de afirmações que não lhe permita expressar o que entendeu.
Se a pessoa entendeu esse assunto de outra maneira por muito tempo, talvez precise continuar pesquisando. Não precisamos exigir uma resposta imediata. Podemos voltar ao versículo, considerar juntos a explicação dele e manter um tom bondoso. A clareza do raciocínio não precisa vir acompanhada de pressão.
Também é importante não afirmar mais do que demonstramos. Esse texto permite destacar claramente a superioridade do Pai em relação a Jesus. Se surgirem outras perguntas que não sabemos responder, o correto é reconhecer isso e oferecer-nos para pesquisar, em vez de improvisar uma explicação que poderia ser inexata.
Assim aplicamos a lição de usar informações exatas e convincentes: recorremos à Bíblia, prestamos atenção ao contexto e ajudamos a pessoa a raciocinar. Não se trata de impressionar com muitos argumentos. Trata-se de apresentar uma razão compreensível e confiável, para que o ouvinte possa examiná-la por si mesmo.
Mas alguém poderia perguntar: “E se eu encontrar outro texto que parece dizer algo diferente?”. Essa é uma pergunta que merece atenção. Não seria prudente descartá-lo nem responder de memória sem examiná-lo. Usar bem a Bíblia envolve considerar também esse texto no contexto. A questão não é escolher entre um texto e outro, mas entender o que cada um ensina e como eles se relacionam.
Por exemplo, poderíamos sugerir: “Vamos anotar esse texto e ler também o que aparece antes e depois. Quem está falando? De quem ele está falando? Que assunto está explicando?”. Se precisarmos pesquisar mais, podemos combinar uma próxima conversa para analisar juntos a resposta. Assim, uma aparente dificuldade se torna uma oportunidade de examinar a Bíblia com cuidado, sem perder de vista o que Jesus explicou.
Portanto, o ensino de que Jesus não é Deus não surge do desejo de diminuir seu valor. Ele se baseia no que Jesus explicou sobre seu Pai. Se queremos honrar Jesus, vamos escutar suas palavras, aceitar a posição que ele reconhece e ajudar outros a entendê-la com respeito e paciência.
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