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Estudo de A Sentinela para a semana de 1 a 7 de março de 2027

Estudo de A Sentinela para a semana de 1 a 7 de março de 2027

Uma celebração simples reflete as qualidades do nosso Rei celestial

1, 2. a) Por que é lógico que Jesus tenha nos ensinado a comemorar sua morte de modo simples?

Mateus 7:28-29 — Quando Jesus terminou de falar essas palavras, o efeito foi que as multidões ficaram maravilhadas com seu modo de ensinar, pois ele as ensinava como quem tinha autoridade, e não como seus escribas.

Resposta 1: Mateus destaca o efeito que o ensino de Jesus produzia. Como o parágrafo explica, ele transmitia verdades importantes de maneira clara e fácil de entender. Por isso, é lógico que também tenha instituído uma cerimônia simples para nos lembrar de sua morte. A simplicidade dela não diminui sua importância; ajuda-nos a nos concentrar no seu profundo significado.

Resposta 2: Porque essa maneira de comemorar sua morte estava de acordo com seu modo de ensinar. Jesus não precisava complicar uma explicação para transmitir uma verdade profunda. De modo parecido, a Celebração não precisa de uma cerimônia elaborada para nos lembrar de algo tão importante como seu sacrifício. Isso nos ajuda a não confundir simplicidade com falta de valor: uma celebração simples pode nos ensinar muitíssimo sobre nosso Rei.

Resposta 3: É lógico porque Jesus queria que seus discípulos entendessem o que estavam lembrando. Todos podemos descrever com facilidade o que acontece na Celebração, mas entender a cerimônia não significa que já tenhamos compreendido tudo o que ela nos ensina. Ao refletir nela, podemos apreciar melhor as qualidades de Jesus. Portanto, em vez de procurar complexidade na celebração, é melhor aprofundar seu significado.

1, 2. b) Que qualidades de Jesus vamos analisar?

Resposta 1: Vamos analisar a humildade, a coragem e o amor de Jesus. A Ceia do Senhor e as coisas que ele fez e disse nos permitem apreciar essas qualidades. O objetivo não é apenas admirá-lo mais, mas descobrir como ser mais parecidos com ele em nosso modo de pensar e de tratar os outros.

Resposta 2: As três qualidades são sua humildade, sua coragem e seu amor. É muito significativo que uma celebração tão simples nos ajude a conhecer melhor nosso Rei celestial. Ao relacioná-la com sua conduta e seus ensinos, podemos entender melhor que tipo de pessoa ele é e nos sentir ainda mais achegados a ele.

Resposta 3: Vamos estudar como Jesus mostrou humildade, coragem e amor, e o que podemos fazer para imitá-lo. Esse enfoque torna o estudo muito prático. Não se trata apenas de lembrar como foi a primeira Ceia do Senhor, mas de permitir que o exemplo de Jesus influencie nossa própria conduta.

3. Ao ler Mateus 26:26-28, por que dizemos que a Celebração instituída por Jesus não era complicada, e o que representam o pão sem fermento e o vinho?

Mateus 26:26-28 — Ao continuarem a comer, Jesus pegou um pão e, depois de proferir uma bênção, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: “Peguem, comam. Isto representa o meu corpo.” E, pegando um cálice, ele deu graças e o deu a eles, dizendo: “Bebam dele, todos vocês, pois isto representa o meu ‘sangue do pacto’, que será derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados.

Resposta 1: Jesus usou dois produtos simples: pão sem fermento e vinho. Eles representavam seu corpo perfeito e seu sangue, que ele ofereceria por eles.

Resposta 2: Não foi complicada porque Jesus usou o pão sem fermento e o vinho que haviam sobrado da Páscoa. Ele estava com os 11 apóstolos fiéis e explicou o que aqueles dois símbolos representavam: seu corpo perfeito e seu sangue. Não foi necessária uma cerimônia elaborada para transmitir um ensino tão profundo. Isso nos ajuda a concentrar a atenção no sacrifício que ele estava prestes a oferecer.

Resposta 3: O pão sem fermento representava o corpo perfeito de Jesus, e o vinho, seu sangue. O importante não era a complexidade dos preparativos, mas o que aqueles símbolos ensinavam aos apóstolos. Jesus em breve daria sua vida por eles. Quando vemos o pão e o vinho na Celebração, nós também podemos pensar com gratidão no que ele estava disposto a dar em nosso favor.

4. Que conselho de Jesus a Marta nos ajuda a entender por que a Celebração é tão simples?

Lucas 10:40-42 — Marta, por outro lado, estava distraída, cuidando de muitos afazeres. Assim, ela se aproximou dele e disse: “Senhor, não se importa que minha irmã me deixou sozinha para cuidar das coisas? Diga a ela que venha me ajudar.” Em resposta, o Senhor lhe disse: “Marta, Marta, você está ansiosa e preocupada com muitas coisas. Mas poucas coisas são necessárias, ou apenas uma. Maria, por sua vez, escolheu a boa porção, e essa não será tirada dela.”

Resposta 1: Jesus ajudou Marta a dar prioridade ao ensino espiritual. Depois, agiu de acordo com esse conselho ao instituir uma cerimônia simples.

Resposta 2: Jesus explicou bondosamente a ela que nem sempre era necessário preparar uma refeição elaborada. Marta queria cuidar bem de um convidado importante, mas tantas tarefas a estavam distraindo de escutá-lo. Meses depois, Jesus aplicou esse mesmo critério ao instituir a Celebração. Embora sua morte tivesse uma importância extraordinária, ele não preparou uma celebração complicada. Seu exemplo nos ajuda a distinguir entre cuidar dos preparativos necessários e perder de vista as coisas espirituais.

Resposta 3: O conselho dado a Marta mostra que Jesus não esperava ser honrado com grandes preparativos. Ele valorizava que se prestasse atenção aos seus ensinos. Por isso, não é de surpreender que, quando estabeleceu a maneira de lembrar sua morte, tenha escolhido algo simples. Existe uma bela coerência entre o que ele ensinou e o que fez. Podemos imitá-lo dando mais importância ao significado espiritual da Celebração do que aos detalhes externos.

5. O que a simplicidade da Celebração nos ensina sobre Jesus, e que relação isso tem com Filipenses 2:5-8? (Veja também as imagens.)

Filipenses 2:5-8 — Mantenham a mesma atitude que Cristo Jesus teve: embora ele existisse em forma de Deus, nem mesmo chegou a pensar na ideia de tentar ser igual a Deus. Pelo contrário, ele abriu mão de tudo que tinha, assumiu a forma de escravo e se tornou humano. Mais do que isso, quando veio como homem, ele se humilhou e se tornou obediente a ponto de enfrentar a morte, sim, morte numa estaca.

Resposta 1: Sua obediência até a morte demonstra profunda humildade. A Celebração simples reflete essa mesma atitude: Jesus não procurou honras por meio de uma celebração complicada.

Resposta 2: Ensina-nos que Jesus não era orgulhoso. Ele sabia que estava prestes a oferecer o maior sacrifício da história e que Jeová o faria Rei no céu. Mesmo assim, não pediu uma celebração complexa que atraísse indevidamente a atenção para ele. Escolheu uma cerimônia simples e apropriada. Essa decisão nos permite perceber que sua humildade era autêntica e se refletia até mesmo na maneira como queria ser lembrado.

Resposta 3: Filipenses 2:5-8 mostra que a humildade caracterizou toda a trajetória de Jesus. Ele estava disposto a deixar sua posição celestial, viver como humano e obedecer até a morte. Portanto, a simplicidade da Celebração não foi uma decisão isolada. Ela se encaixava perfeitamente no seu modo de pensar. Para imitá-lo, nós também queremos que a humildade influencie nossas decisões, não apenas o que dizemos sobre nós mesmos.

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6. Como podemos imitar a humildade de Jesus quando passamos por dificuldades?

Filipenses 2:3-4 — Não façam nada por rivalidade nem por presunção; mas, com humildade, considerem os outros superiores a vocês, buscando não somente os seus próprios interesses, mas também os interesses dos outros.

Resposta 1: Podemos imitá-lo por não permitir que nossos problemas nos façam pensar apenas em nós mesmos. Filipenses nos incentiva a mostrar interesse também pelos outros. Jesus fez isso na noite antes de morrer: embora soubesse o que sofreria, tirou tempo para fortalecer seus discípulos. Sua humildade ficou evidente na atenção e na ajuda que deu.

Resposta 2: Podemos colocar o bem-estar de nossos irmãos à frente da nossa comodidade. Jesus sabia que enfrentaria uma morte terrível, mas pensou na dor que seus discípulos sentiriam. Em vez de concentrar toda a conversa no seu próprio sofrimento, ele os ensinou, encorajou e consolou. Seu exemplo nos leva a perguntar se, mesmo passando por dificuldades, podemos oferecer uma palavra de encorajamento a alguém que também está sofrendo.

Resposta 3: Uma maneira de imitá-lo é continuar prestando atenção ao que os outros sentem. Quando temos problemas, é fácil que nossas preocupações ocupem todos os nossos pensamentos. No entanto, Jesus não ignorou as necessidades emocionais de seus apóstolos. Ele lhes deu consolo justamente quando enfrentava uma enorme provação. A humildade pode nos ajudar a reconhecer que a dor dos outros também merece nossa atenção.

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7. Como Jesus demonstrou enorme coragem logo depois de instituir a Ceia do Senhor?

Lucas 22:41-42 — E ele se afastou deles à distância de um arremesso de pedra, ajoelhou-se e começou a orar, dizendo: “Pai, se tu quiseres, afasta de mim este cálice. Contudo, ocorra não a minha vontade, mas a tua.”

Resposta 1: Sua oração mostra que ele estava decidido a fazer a vontade de Jeová, embora soubesse quanto sofreria. Ele não procurou impor a própria vontade. Essa obediência consciente demonstra uma enorme coragem. Isso nos ensina que a coragem se manifesta quando continuamos fiéis a Deus mesmo quando fazer isso é muito difícil.

Resposta 2: Jesus estava disposto a suportar tanto o sofrimento da execução como a vergonha de ser acusado de blasfêmia. Para alguém que amava profundamente seu Pai, essa acusação era especialmente injusta. Mesmo assim, ele não se afastou da vontade de Jeová. Seu exemplo mostra que a coragem não consiste apenas em suportar dor física, mas também em permanecer íntegros quando outros atribuem a nós motivos falsos ou nos desonram.

Resposta 3: Ele demonstrou coragem por colocar o nome de Jeová e seu direito de governar acima da própria segurança. Sua fidelidade também tornou possível que humanos arrependidos recebessem vida eterna. Jesus tinha em mente assuntos muito mais importantes do que evitar o sofrimento imediato. Isso nos ensina que pensar no que nossa fidelidade a Jeová significa pode nos ajudar a permanecer firmes quando enfrentamos uma provação.

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8. a) O que Jesus disse aos apóstolos fiéis?

João 15:12-15 — Este é o meu mandamento: Amem uns aos outros, assim como eu amei vocês. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos. Vocês são meus amigos, se fizerem o que lhes mando. Não os chamo mais de escravos, porque o escravo não sabe o que o seu senhor faz. Mas eu os chamo de amigos, porque lhes revelei tudo que ouvi do meu Pai.

Resposta 1: Jesus lhes ordenou que amassem uns aos outros seguindo seu exemplo. Assim, deixou claro que a fidelidade a ele deveria se refletir em amor abnegado entre seus discípulos.

Resposta 2: Ele lhes explicou o que ele e seu Pai esperavam deles para que permanecessem fiéis e pudessem estar com ele no céu. Entre outras coisas, eles deveriam amar uns aos outros assim como ele os havia amado. Não bastaria lembrar seus ensinamentos; teriam de colocá-los em prática. Isso nos lembra que o amor cristão não é apenas um sentimento, mas uma disposição de obedecer e fazer sacrifícios pelos outros.

Resposta 3: Ele também lhes falou francamente sobre as provações que teriam de enfrentar. Não lhes prometeu uma vida sem oposição. Avisou-os de antemão para que, quando essas dificuldades chegassem, se lembrassem de suas palavras e não perdessem a fé. Essa preparação foi uma demonstração de seu interesse por eles. Nós também somos fortalecidos por saber que as provações não significam que Jeová ou Jesus deixaram de cuidar de nós.

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8. b) Durante os anos posteriores à morte de Jesus, como seus discípulos demonstraram que continuavam seguindo seu exemplo de coragem?

Hebreus 10:33-34 — Algumas vezes vocês foram publicamente expostos tanto a insultos como a aflições, e algumas vezes vocês ficaram ao lado dos que passavam por essas coisas. Pois vocês foram solidários com os que estavam presos e aceitaram alegremente o saque dos seus próprios bens, sabendo que vocês mesmos possuem algo melhor e duradouro.

Resposta 1: Eles apoiaram os que eram perseguidos e mostraram compaixão pelos que estavam presos, embora também pudessem sofrer. Sua coragem não consistia apenas em suportar pessoalmente, mas em não abandonar seus irmãos quando eles mais precisavam deles.

Resposta 2: Seguiram o exemplo de Jesus por estarem dispostos a sofrer para ajudar uns aos outros. Não permitiram que o medo os isolasse dos irmãos perseguidos. Acompanhar e apoiar esses irmãos podia trazer consequências dolorosas, mas o amor os impeliu a fazer isso. Assim demonstraram que haviam entendido os ensinamentos de seu Mestre: a coragem cristã inclui estar ao lado dos nossos irmãos, não apenas suportar com firmeza as provações que nos afetam pessoalmente.

Resposta 3: Aceitaram até mesmo a perda de seus bens sem abandonar sua fidelidade. Hebreus explica que tinham em mente uma posse melhor e duradoura. Sua esperança os ajudava a não considerar as coisas materiais como o mais importante. Esse aspecto é muito útil para nós: fortalecer nossa esperança pode nos dar coragem para continuar fazendo o que é certo, mesmo que isso envolva perder algo que valorizamos.

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9. Como podemos imitar a coragem de Jesus?

Atos 14:3 — Portanto, Paulo e Barnabé passaram bastante tempo falando corajosamente com a autoridade de Jeová; e Ele confirmava a mensagem sobre a sua bondade imerecida concedendo que ocorressem sinais e milagres por meio deles.

Resposta 1: Podemos imitá-lo por continuar pregando apesar da oposição. O relato de Atos mostra que os discípulos falaram com coragem apoiando-se em Jeová. Nós também queremos que a confiança nele, e não a reação dos que nos escutam, determine nossa disposição de proclamar a mensagem do Reino.

Resposta 2: Uma maneira é apoiar os irmãos perseguidos por causa de suas crenças. O parágrafo menciona orar por eles e defendê-los perante as autoridades, até mesmo nos tribunais. Não queremos ser indiferentes ao sofrimento deles. O amor e a coragem nos motivam a fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudá-los. Assim mostramos que os consideramos parte da nossa família espiritual mesmo quando apoiá-los exige esforço.

Resposta 3: Podemos orar com interesse sincero pelos que estão presos injustamente. Hebreus 13:19 mostra que as orações dos irmãos eram muito valorizadas. Embora nem sempre possamos intervir de outra maneira, não devemos minimizar essa ajuda. Lembrar dos perseguidos em nossas orações nos mantém atentos às necessidades deles e nos ajuda a não permitir que o medo ou a distância nos tornem indiferentes.

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10. O que devemos fazer durante as semanas anteriores à Celebração, e por quê?

Hebreus 12:3 — De fato, considerem atentamente aquele que suportou tantas palavras hostis da parte de pecadores, que agiam contra os seus próprios interesses, para que vocês não se cansem nem desistam.

Resposta 1: Devemos continuar a leitura para a Celebração e meditar no que Jesus suportou. Hebreus explica por que isso nos beneficia: pensar cuidadosamente no exemplo dele nos ajuda a não desistir. Não queremos simplesmente terminar a leitura, mas permitir que ela fortaleça nossa gratidão, nossa esperança e nossa coragem para continuar fiéis.

Resposta 2: É bom reservar tempo para refletir nos acontecimentos que levaram à morte de Jesus. Dessa forma, quando virmos o pão e o vinho, compreenderemos melhor o sacrifício que eles representam. A preparação não consiste apenas em saber quando e onde a Celebração será realizada. Ela também inclui preparar o coração para apreciar mais profundamente o que Jeová e seu Filho fizeram por nós.

Resposta 3: Podemos meditar nos benefícios do resgate, como o perdão dos nossos pecados e a esperança de vida eterna. O parágrafo relaciona esses presentes com Efésios 1:7 e João 3:16. Pensar em como eles beneficiam a nós e aos nossos entes queridos aprofunda nossa gratidão. Além disso, torna nossa esperança mais real, e uma esperança mais forte nos dá motivos para perseverar quando surgem dificuldades.

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11, 12. O que vimos até agora?

Hebreus 7:24-25 — mas, visto que ele continua vivo para sempre, seu sacerdócio não tem sucessores. Assim, ele é capaz também de salvar completamente os que se aproximam de Deus por meio dele, porque está sempre vivo para interceder por eles.

Resposta 1: Vimos que Jesus não demonstrou humildade e coragem apenas quando esteve na Terra. Ele continua demonstrando essas qualidades enquanto intercede por nós como Sumo Sacerdote. Essa passagem nos ajuda a apreciar o trabalho que ele realiza atualmente e nos dá motivos para agradecer de coração tanto pelo seu sacrifício como pelo interesse que continua demonstrando por nós.

Resposta 2: Aprendemos que a Ceia do Senhor nos lembra de mais do que o valor do resgate. Sua simplicidade reflete a humildade de Jesus, e o que ele fez naquela noite demonstra sua coragem. Por isso, ao assistir à Celebração, não apenas lembramos um acontecimento do passado. Também conhecemos melhor o nosso Rei e encontramos motivos para confiar nele e imitar suas qualidades.

Resposta 3: Também vimos como demonstrar nossa gratidão: obedecendo fielmente à ordem de comemorar sua morte. Fazemos isso todos os anos na data correspondente a 14 de nisã, e para nós essa é a data mais importante do ano. Não queremos que seja apenas uma data marcada no calendário. Queremos participar com profundo respeito e um coração agradecido por tudo o que o sacrifício de Jesus representa.

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13. O que João 15:9 e 1 João 4:8-10 dizem sobre o amor de Jeová e de Jesus, e quem se beneficia desse amor?

João 15:9 — Assim como o Pai me ama, eu amo vocês; permaneçam no meu amor.

Resposta 1: Jesus refletiu no modo como tratava os discípulos o amor que recebia de seu Pai. E a Primeira de João explica que Jeová demonstrou seu amor enviando seu Filho para que pudéssemos receber vida. Por isso, ao pensar no sacrifício de Jesus, apreciamos o amor dos dois. Esse sacrifício beneficia tanto os ungidos como as outras ovelhas.

Resposta 2: Esses textos mostram que o amor de Jeová e de Jesus foi demonstrado por ações. Jeová enviou seu Filho, e Jesus esteve disposto a dar a vida por nós. Eles não esperaram que nós tomássemos a iniciativa de amá-los. Entender isso aprofunda nossa gratidão: o resgate não é apenas um ensinamento que conhecemos, mas uma demonstração extraordinária de quanto somos importantes para eles.

Resposta 3: O amor deles beneficia tanto os cristãos ungidos como os que fazem parte das outras ovelhas. Embora tenham esperanças diferentes, todos precisam do sacrifício de Jesus e recebem seus benefícios. Isso nos ajuda a apreciar o que temos em comum. Na Celebração, todos podemos sentir profunda gratidão pelo mesmo amor de Jeová e de seu Filho, que torna possível nosso perdão e nossa esperança.

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14. De que modo Jesus demonstrou amor pelos seus discípulos? (Veja também as imagens.)

Apocalipse 2:10 — Não tenha medo das coisas que você está para sofrer. O Diabo continuará lançando alguns de vocês na prisão, para que sejam plenamente provados, e vocês terão tribulação por dez dias. Mostre-se fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida.

Resposta 1: A passagem mostra que alguns discípulos enfrentariam a prisão. A simplicidade da Celebração lhes permitiria continuar obedecendo mesmo em circunstâncias assim. Jesus demonstrou consideração por não exigir um ritual complicado, como confirmam os exemplos do artigo.

Resposta 2: Ele demonstrou amor ao estabelecer uma ceia simples, não uma cerimônia difícil de organizar. Seus seguidores ungidos teriam de comemorar sua morte durante muitos anos e em circunstâncias muito diferentes. Alguns estariam até mesmo na prisão. As instruções de Jesus não lhes impuseram um fardo desnecessário. Isso nos permite ver que seu amor se manifestou tanto em dar a vida como no modo atencioso de pedir que a lembrassem.

Resposta 3: As imagens mostram servos de Jeová celebrando a Celebração ao longo dos séculos. Embora suas circunstâncias fossem diferentes, a simplicidade da cerimônia lhes permitiu obedecer à ordem de Jesus. Esse detalhe destaca sua consideração pelos discípulos. Podemos imitá-lo levando em conta as possibilidades e limitações dos nossos irmãos, em vez de impor expectativas que compliquem desnecessariamente as coisas para eles.

15, 16. Como alguns irmãos conseguiram celebrar a Ceia do Senhor em circunstâncias muito difíceis? (Veja também as imagens.)

Resposta 1: Harold King fez tudo o que pôde para celebrar a Celebração enquanto estava incomunicável numa prisão na China. Ele preparava os símbolos em segredo com o que tinha disponível e calculava a data da melhor maneira possível. Quando chegava o momento, cantava, orava e fazia um discurso bíblico na cela. Embora estivesse sozinho, sua determinação de obedecer a Jesus continuava intacta. Seu exemplo nos ajuda a dar muito valor a essa celebração.

Resposta 2: Um grupo de irmãs num campo de concentração celebrou a Ceia do Senhor em segredo, arriscando a vida. Colocaram o pão e o vinho sobre um banco coberto com um pano branco e se reuniram ao redor. Usaram uma vela para evitar que a luz elétrica as denunciasse. A simplicidade da cerimônia tornou possível que a realizassem até mesmo naquele lugar. Sua conduta demonstra a importância que davam a obedecer a Jesus.

Resposta 3: Esses irmãos seguiram as instruções de Cristo da melhor maneira possível, usando os recursos que tinham. Não contavam com circunstâncias favoráveis, mas também não permitiram que isso apagasse seu desejo de lembrar a morte dele. Tanto Harold King como aquelas irmãs demonstraram iniciativa e uma fé extraordinária. Seus exemplos nos ensinam a valorizar as facilidades que temos e a não considerar garantido o privilégio de assistir à Celebração.

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17. O que é bom nos perguntar?

1 Pedro 3:8 — Por fim, sejam todos unidos na mente, tenham empatia, amor fraternal, terna compaixão e humildade.

Resposta 1: É bom nos perguntar como podemos imitar melhor o amor de Jesus. Pedro relaciona a empatia com o amor fraternal, a terna compaixão e a humildade. Isso nos incentiva a pensar não apenas no que nós precisamos, mas também no que nossos irmãos estão enfrentando. Preparar-nos para a Celebração envolve verificar se nosso modo de tratar os outros reflete essas qualidades.

Resposta 2: Podemos nos perguntar se pensamos mais nas necessidades de nossos irmãos do que nas nossas. É fácil reconhecer que Jesus era amoroso; o desafio é permitir que o exemplo dele mude nossas prioridades. À medida que a Celebração se aproxima, podemos examinar se realmente prestamos atenção aos outros. Talvez precisemos escutar melhor ou mostrar mais interesse. O importante é que nossa gratidão pelo amor de Jesus se traduza em amor pelos outros.

Resposta 3: Também é bom nos perguntar se esperamos demais dos outros ou se levamos em conta os limites deles. Jesus mostrou consideração ao estabelecer uma cerimônia simples. Nós o imitamos quando procuramos entender o que cada irmão pode fazer, em vez de avaliá-lo apenas de acordo com nossas expectativas. A empatia nos ajuda a tratá-lo com carinho e a evitar que nossas exigências acrescentem uma carga desnecessária a ele.

18, 19. a) De que podemos ter certeza?

1 Coríntios 11:26 — Pois, sempre que vocês comerem esse pão e beberem esse cálice, estarão proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.

Resposta 1: A Celebração não será realizada indefinidamente. Mas podemos ter certeza de que, mesmo quando ela deixar de ser realizada, vamos nos lembrar com carinho do que ela nos ensinou sobre Jesus. O fim da cerimônia não apagará nossa gratidão pelo sacrifício dele nem nossa admiração por sua humildade, coragem e amor. Essas qualidades continuarão sendo um precioso exemplo para nós.

Resposta 2: Podemos ter certeza de que essa celebração simples continuará ocupando um lugar muito querido em nossas lembranças. Ela terá nos ajudado a valorizar o maior exemplo de humildade, coragem e amor já dado por um ser humano. Embora chegue o momento em que não será mais necessário realizá-la, tudo o que aprendemos por meio dela continuará tendo valor. Por isso, vale a pena aproveitar agora cada oportunidade de aprofundar o significado dela.

Resposta 3: O artigo explica que, quando Jesus vier durante a grande tribulação e reunir no céu os escolhidos que estiverem na Terra, a Celebração deixará de ser realizada. No entanto, os que a tiverem celebrado poderão falar sobre ela aos que viverem naquela época. Podemos ter certeza de que essas lembranças serão úteis para eles, porque os ajudarão a valorizar o sacrifício de Jesus e as maravilhosas qualidades que ele demonstrou.

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18, 19. b) O que você vai se esforçar para fazer?

Resposta 1: Vou me esforçar para imitar as três qualidades que estudamos, não apenas admirá-las. Quero que a Celebração me motive a ser mais humilde, a permanecer firme quando obedecer a Jeová for difícil e a tratar os irmãos com mais amor. Assim, vou tirar proveito do significado dela agora mesmo. Lembrar do sacrifício de Jesus terá um efeito real nas minhas decisões e no meu modo de viver.

Resposta 2: Quero me esforçar para pensar mais nas necessidades dos outros, mesmo quando eu tiver preocupações. O exemplo de Jesus na noite antes de morrer me mostra quanto algumas palavras de encorajamento e consolo podem ajudar. Gostaria que minha gratidão por ele fosse percebida nesse interesse. Para conseguir isso, terei de evitar que meus próprios problemas ocupem toda a minha atenção e aprender a escutar melhor.

Resposta 3: Vou me esforçar para fortalecer minha coragem por meditar na esperança que tenho graças ao resgate. Não quero esperar até que venha uma provação para pensar em tudo o que Jeová e Jesus fizeram por mim. A leitura para a Celebração pode me ajudar a aprofundar essa gratidão. Espero que isso me motive a continuar pregando com determinação e a apoiar os irmãos que estão sofrendo perseguição.

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O que a Celebração nos ensina sobre a extraordinária humildade de Jesus?

Hebreus 7:24-25 — mas, visto que ele continua vivo para sempre, seu sacerdócio não tem sucessores. Assim, ele é capaz também de salvar completamente os que se aproximam de Deus por meio dele, porque está sempre vivo para interceder por eles.

Resposta 1: A Celebração nos lembra de um Rei humilde, interessado em beneficiar outros. Hebreus mostra que ele continua intercedendo por nós. Como o artigo destaca, as qualidades que ele demonstrou na Terra continuam presentes em seu trabalho celestial. Sua posição elevada não fez com que deixasse de se interessar pelos que precisam de sua ajuda.

Resposta 2: Ela nos ensina que Jesus não procurava indevidamente atrair atenção para si mesmo. Embora fosse oferecer o maior sacrifício da história, não estabeleceu uma celebração complicada para honrar sua memória. Escolheu algo simples e cheio de significado. Isso demonstra que sua humildade era profunda. Podemos imitá-lo sem buscar destaque nem achar que precisamos de grandes demonstrações de reconhecimento para que nosso serviço tenha valor.

Resposta 3: A simplicidade da cerimônia está de acordo com toda a vida de Jesus. Ele havia deixado sua posição celestial, servido a outros e estava disposto a obedecer até a morte. Não precisava de uma celebração ostentosa que destacasse sua importância. Seu exemplo nos ajuda a entender que a humildade não depende de ter uma posição pequena, mas de manter uma atitude obediente e disposta a servir, qualquer que seja nossa responsabilidade.

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Como Jesus demonstrou uma coragem extraordinária logo depois de instituir a Ceia do Senhor?

1 João 2:2 — E ele é um sacrifício propiciatório pelos nossos pecados; contudo, não apenas pelos nossos, mas também pelos do mundo inteiro.

Resposta 1: Jesus aceitou o sofrimento necessário para oferecer esse sacrifício em nosso favor. O texto destaca os benefícios dele, e o artigo explica a coragem que Jesus demonstrou para torná-lo possível: ele obedeceu a Jeová apesar da vergonha e da morte que o aguardavam. Pensar em quanto dependia da fidelidade dele nos ajuda a valorizar ainda mais sua coragem.

Resposta 2: Ele demonstrou coragem ao aceitar a vontade de seu Pai, embora soubesse que seria acusado de blasfêmia e executado. Não permitiu que o sofrimento nem a vergonha o afastassem da obediência. Sua principal preocupação era honrar o nome de Jeová e defender o direito Dele de governar. Seu exemplo nos ensina a valorizar a fidelidade a Deus acima de evitar as dificuldades a todo custo.

Resposta 3: Sua coragem ficou evidente quando deixou de lado suas próprias preocupações para preparar os apóstolos. Ele lhes falou sobre as provações que enfrentariam e os incentivou a ser corajosos. Não se limitou a resistir pessoalmente; também fortaleceu outros. Essa é uma lição importante para nós: quando enfrentamos oposição, podemos imitá-lo permanecendo fiéis e procurando fazer com que nossos irmãos também se sintam apoiados.

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Por que dizemos que Jesus mostrou um amor excepcional quando instituiu essa cerimônia simples?

1 Coríntios 11:26 — Pois, sempre que vocês comerem esse pão e beberem esse cálice, estarão proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.

Resposta 1: Esse mandamento teria de continuar sendo cumprido até a vinda de Jesus. Ao estabelecer uma cerimônia simples, ele mostrou consideração pelos discípulos que a celebrariam durante todo esse tempo. Como mostram as experiências mencionadas no artigo, eles puderam fazer isso até mesmo sob perseguição. Seu amor fica evidente no fato de que ele não transformou uma obrigação tão importante numa cerimônia desnecessariamente complicada.

Resposta 2: Porque levou em conta as circunstâncias daqueles que comemorariam sua morte. Ele não pediu que realizassem um ritual elaborado, mas uma refeição simples que poderiam celebrar em lugares e situações muito diferentes. Os casos de Harold King e das irmãs no campo de concentração mostram como essa simplicidade foi benéfica para eles. Ficamos comovidos ao ver que Jesus não apenas deu sua vida pelos discípulos, mas também mostrou consideração por eles.

Resposta 3: O pão e o vinho dirigem nossa atenção ao sacrifício que foi a maior expressão do amor de Jesus por nós. Ao mesmo tempo, a simplicidade da celebração reflete esse amor de maneira prática: ele não impôs aos discípulos uma carga desnecessária. Isso nos ensina a unir os sentimentos às ações. Se queremos imitá-lo, devemos mostrar consideração pelas necessidades e limitações de nossos irmãos.

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