Capítulo 32: “Ó Jeová, por favor, abra os olhos dele”
De que maneiras Eliseu demonstrou coragem?
Comentário 1: Eliseu demonstrou coragem ao aceitar uma tarefa que envolvia enfrentar pessoas muito poderosas. Durante sua preparação com Elias, enfrentou Acabe, Jezabel e Acazias. Depois, quando seu instrutor já não estava ao seu lado, continuou avançando e liderou os filhos dos profetas na luta contra a adoração de Baal. Sua coragem não se limitou a um momento extraordinário; ela ficou evidente em sua decisão de continuar servindo a Jeová apesar da oposição.
Comentário 2: Quando o exército sírio cercou Dotã, Eliseu manteve a calma e ajudou seu ajudante a se tranquilizar. Ele não negou que havia soldados nem que queriam capturá-lo. Levou em conta algo que seu ajudante ainda não conseguia ver: o apoio de Jeová e de seus anjos. Isso nos ensina que a coragem baseada na fé não consiste em ignorar os problemas, mas em lembrar que os recursos de Jeová são muito maiores do que qualquer ameaça.
Comentário 3: Ele também mostrou coragem ao conduzir os soldados até Samaria e ao se opor a que o rei de Israel os matasse. Aqueles homens tinham ido capturá-lo, mas Eliseu não aproveitou a situação para se vingar. Ele mandou que lhes dessem comida e os enviassem para casa. Isso mostra uma coragem equilibrada: ele podia agir com firmeza diante de um exército e, ao mesmo tempo, defender um tratamento compassivo para seus inimigos. Sua confiança em Jeová não o tornou duro nem cruel.
1. O que Eliseu fez quando Jeová o escolheu como profeta, e o que isso nos ensina sobre seu modo de ser? (1 Reis 19:19-21; it “Eliseu” par. 2). A
1 Reis 19:19-21 — Assim, Elias partiu dali e encontrou Eliseu, filho de Safate. Ele estava arando a terra, e havia 12 pares de touros à sua frente; Eliseu estava com o décimo segundo par. Então Elias foi até ele e lançou sobre ele o seu manto oficial. Em vista disso, Eliseu deixou os touros, correu atrás de Elias e disse: “Por favor, deixe-me beijar meu pai e minha mãe. Depois eu o seguirei.” Ele lhe disse: “Pode ir, não estou impedindo você.” Portanto, ele voltou, pegou dois touros e os ofereceu em sacrifício. Com a madeira do arado e do jugo cozinhou a carne e deu-a ao povo, e eles comeram. Depois ele seguiu Elias e começou a servi-lo.
Comentário 1: O relato destaca a rapidez com que Eliseu respondeu. Ele estava trabalhando quando Elias lhe informou que tinha sido escolhido, e imediatamente o seguiu. Depois despediu-se de seus pais, preparou uma refeição e começou a servir Elias. Não deixou aquela oportunidade para um momento mais conveniente. Sua reação mostra que valorizava muito a designação de Jeová e estava disposto a fazer mudanças importantes para cumpri-la.
Comentário 2: Um detalhe muito significativo é que ele sacrificou uma junta de touros e usou a madeira do arado e do jugo para cozinhar a carne. A referência explica que isso demonstra prontidão, determinação e apreço pela designação de Jeová. Não foi apenas uma resposta verbal: ele tomou medidas concretas para começar uma nova etapa. Isso nos faz pensar que o apreço por uma oportunidade de serviço é demonstrado por decisões, não apenas dizendo que gostaríamos de fazer mais.
Comentário 3: Eliseu também mostrou humildade. Embora tivesse sido escolhido para suceder Elias, começou servindo-o como ajudante. Não achou que sua designação tornasse desnecessário receber treinamento. Esteve disposto a aprender de um servo de Jeová mais experiente e a realizar tarefas de serviço. Seu exemplo nos lembra que aceitar uma responsabilidade não significa já sabermos tudo. Podemos mostrar o mesmo espírito escutando, deixando-nos ensinar e valorizando as tarefas que nos permitem ajudar outros.
2. Por que Eliseu pediu a Elias “uma porção dupla” do seu espírito? (2 Reis 2:9; w03 1/11 31).
2 Reis 2:9 — Assim que tinham atravessado, Elias disse a Eliseu: “Diga o que devo fazer por você antes de eu ser levado embora.” Eliseu disse: “Por favor, dê-me uma porção dupla do seu espírito.”
Comentário 1: Pelo visto, Eliseu estava pensando na porção dupla da herança recebida pelo primogênito. Elias tinha outros filhos espirituais, mas Eliseu havia sido designado como seu sucessor e ocupava uma posição comparável à do primogênito. Por isso pediu uma porção dupla em sentido espiritual. Não devemos entender seu pedido como desejo de competir com Elias ou de se tornar mais importante. Ele queria receber o necessário para cumprir a responsabilidade que Jeová lhe havia confiado.
Comentário 2: O pedido também mostrava que Eliseu reconhecia suas limitações. Estava prestes a suceder Elias como profeta de Israel e entendia que uma tarefa assim exigia muito mais do que capacidade pessoal. Precisava da força que somente Jeová poderia lhe dar. Em vez de confiar simplesmente nos anos de experiência que já tinha, pediu ajuda espiritual. Isso é uma boa lição para nós: a experiência é valiosa, mas nunca substitui nossa dependência de Jeová.
Comentário 3: O que Eliseu precisava incluía a coragem e o zelo que tinha visto em Elias. Seu instrutor havia defendido a adoração verdadeira diante de governantes perversos e mostrado profunda devoção a Jeová. Eliseu queria enfrentar sua nova tarefa com esse mesmo espírito. Assim, seu pedido não se concentrava em receber uma posição, mas em ter as qualidades necessárias para cumpri-la. Nós também podemos pedir ajuda para ser mais corajosos e zelosos ao servir a Jeová.
3. Por que é lógico pensar que a cegueira que Jeová causou aos sírios era mental, e não literal? (it “Cegueira” par. 6).
2 Reis 6:18-20 — Quando os sírios desceram em sua direção, Eliseu orou a Jeová, dizendo: “Por favor, atinge esta nação com cegueira.” De modo que ele os atingiu com cegueira, assim como Eliseu tinha pedido. Eliseu disse-lhes então: “Este não é o caminho, e esta não é a cidade. Sigam-me, vou levá-los ao homem que estão procurando.” Mas ele os levou a Samaria. Quando eles chegaram a Samaria, Eliseu disse: “Ó Jeová, abre os olhos deles para que vejam.” Então Jeová abriu os olhos deles, e eles viram que estavam no meio de Samaria.
Comentário 1: O relato diz que os soldados seguiram Eliseu até Samaria; não diz que foi preciso conduzi-los pela mão. Isso combina com uma cegueira mental, em que podiam enxergar, mas não compreender corretamente o que estava diante deles. Se todo o exército tivesse perdido completamente a visão, teria precisado de outro tipo de ajuda para se deslocar. Portanto, a explicação de que a cegueira não era literal harmoniza-se com a maneira como a viagem é descrita.
Comentário 2: Outro detalhe é que eles não identificaram corretamente o homem que os guiava nem entenderam aonde tinham chegado até que Jeová lhes abriu os olhos. Tinham saído para capturar Eliseu, mas acabaram seguindo-o até a capital de Israel. Ao recuperar a capacidade de entender o que viam, reconheceram que estavam no meio de Samaria. A mudança destacada pelo relato é justamente esse reconhecimento da situação, o que apoia a explicação de uma cegueira mental.
Comentário 3: É bom manter a prudência com que a publicação explica o assunto. Ela apresenta a cegueira mental como a explicação que combina com os detalhes, mas não afirma que sabemos exatamente como Jeová produziu aquele efeito. Podemos entender a diferença entre ver algo e compreendê-lo sem tentar dar um diagnóstico médico do milagre. O que está claro é que Jeová pôde impedir que aqueles soldados cumprissem seu objetivo e depois devolver-lhes a capacidade de reconhecer onde estavam.
4. O que Eliseu fez como profeta? (it “Eliseu” pars. 27, 28).
Comentário 1: Eliseu continuou o trabalho que Elias havia iniciado para ajudar o povo a voltar para Jeová. Ele não se limitou a ocupar seu lugar, mas se esforçou para levar adiante a defesa da adoração verdadeira. Embora seu ministério tenha sido mais tranquilo que o de Elias, também mostrou muito zelo pelo nome de Jeová. Seu serviço nos ensina a valorizar a continuidade: apoiar fielmente um bom trabalho pode ser tão importante quanto iniciá-lo.
Comentário 2: Jeová usou Eliseu para realizar muitos milagres. A referência diz que ele realizou quinze durante a vida e que houve outro relacionado a ele depois de sua morte. Entre as obras mencionadas estão a cura de Naamã e ressurreições. Mas o poder não vinha de Eliseu; ele agia graças ao espírito de Deus. Por isso, ao pensar em seus milagres, o principal não é admirar uma capacidade pessoal do profeta, mas reconhecer o poder de Jeová.
2 Reis 13:20-21 — Depois disso, Eliseu morreu e foi enterrado. Havia bandos de saqueadores moabitas que costumavam vir ao país no começo do ano. E aconteceu que algumas pessoas estavam enterrando um homem quando viram um bando de saqueadores. Então jogaram rapidamente o homem na sepultura de Eliseu e saíram correndo. Quando o corpo do homem tocou nos ossos de Eliseu, o homem voltou a viver e ficou de pé.
Comentário 3: Esse episódio mostra que Jeová usou Eliseu para realizar um milagre até depois de sua morte. Alguns homens jogaram um cadáver na sepultura dele ao verem saqueadores se aproximando, e o homem voltou a viver ao tocar nos ossos de Eliseu. A referência apresenta isso como prova da aprovação de Deus sobre Eliseu, que permaneceu fiel até o fim. O mérito e o poder continuavam pertencendo a Jeová, não a restos humanos.
Em que situações pode nos ajudar “ver” os anjos com os olhos da fé? B
Comentário 1: A imagem da irmã no hospital apresenta uma situação muito concreta. Ela está sob pressão para aceitar uma transfusão e precisa de coragem para permanecer fiel a Jeová. Lembrar que ele dispõe de ajuda que não vemos pode fortalecê-la para explicar sua decisão com firmeza e respeito. O relato não permite prometer que todas as dificuldades médicas desaparecerão. Mas nos ajuda a não confundir estar cercados de pessoas que não compartilham nossa fé com estar abandonados por Jeová.
Comentário 2: Isso também pode nos ajudar quando encontramos oposição ou muita indiferença ao pregar. Se prestarmos atenção apenas à reação das pessoas, poderemos sentir que temos pouco apoio. Eliseu nos ensina a ampliar a perspectiva e lembrar que a ajuda de Jeová não se limita ao que podemos observar. Ter presente a realidade de seus anjos pode nos dar coragem para continuar nosso trabalho com serenidade, sem responder com hostilidade nem deixar que o desânimo nos domine.
Comentário 3: Isso pode ser útil quando sentimos que somos poucos diante de uma dificuldade muito grande. O ajudante via dois homens cercados por um exército; Eliseu levava em conta os recursos de Jeová. Ver com os olhos da fé não significa imaginar que sabemos o que os anjos estão fazendo a cada momento. Significa confiar que Jeová não está limitado pelo que vemos. Essa confiança pode nos ajudar a orar e agir com coragem, mesmo sem saber ainda como o problema será resolvido.
O que os anciãos e o restante da congregação podem aprender do modo como Eliseu encorajou seu ajudante?
Comentário 1: Eliseu não repreendeu seu ajudante por estar com medo. Reconheceu sua angústia e falou com ele para tranquilizá-lo. Os anciãos podem imitá-lo escutando com paciência quem está preocupado, mesmo que para eles a situação pareça mais fácil de enfrentar. E todos podemos evitar comentários que façam alguém se sentir culpado por estar com medo. Antes de explicar o que a pessoa deveria fazer, é bom ajudá-la a sentir que a compreendemos. A calma e a consideração podem preparar o coração para receber encorajamento.
Comentário 2: Eliseu deu ao seu ajudante uma razão para recuperar a calma: mostrou-lhe que contavam com um apoio superior ao do inimigo. Não se limitou a pedir que parasse de se preocupar. Isso ensina os anciãos e todos nós a dar encorajamento baseado em razões sólidas. Podemos compartilhar um relato bíblico e ajudar a pessoa a reconhecer o que ele ensina sobre Jeová. Assim, sua confiança não dependerá apenas de nossas palavras tranquilizadoras, mas de motivos sólidos para confiar nele.
Comentário 3: Acho muito significativo que Eliseu tenha orado pelo que seu ajudante precisava. Ele já confiava na ajuda de Jeová, mas queria que seu companheiro também pudesse percebê-la. Isso nos incentiva a não nos contentar em estar tranquilos nós mesmos. Podemos orar com os que sofrem e por eles, pedindo que tenham forças e confiança. O objetivo não é que admirem nossa fé, mas ajudá-los a fortalecer a própria fé e a se achegar a Jeová em meio à dificuldade.
De que maneiras você pode imitar o exemplo de coragem de Eliseu?
Comentário 1: Posso imitá-lo estando disposto a agir quando surge uma oportunidade de servir a Jeová, mesmo que isso exija mudanças. Eliseu respondeu com decisão à designação e aceitou receber treinamento de Elias. No meu caso, isso pode significar não rejeitar imediatamente uma responsabilidade apenas porque me deixa inseguro. Antes de decidir, posso orar, avaliar a ajuda disponível e pensar em como me preparar. A coragem não exige sentir que posso fazer tudo, mas estar disposto a aprender e depender de Jeová.
Comentário 2: Outra maneira é recorrer a Jeová antes de deixar que o medo determine minha reação. Quando o exército se aproximou, Eliseu orou e agiu confiando na ajuda divina. Posso cultivar esse mesmo hábito diante da oposição ou de uma prova de lealdade. Em vez de pensar somente no que poderia dar errado, posso lembrar o que Jeová já demonstrou sobre seu poder e cuidado. Isso me ajudará a tomar decisões baseadas na fé, não apenas no medo.
Comentário 3: Também posso imitar sua coragem mantendo a bondade quando alguém me trata mal. Eliseu não pediu que os soldados que tinham ido capturá-lo fossem castigados; pediu que fossem alimentados. Às vezes é preciso coragem para não retribuir uma ofensa ou para tratar com respeito quem se opõe a nós. Seu exemplo me lembra que defender minha fé não exige falar com dureza. Posso permanecer firme no que agrada a Jeová e, ao mesmo tempo, mostrar consideração pela pessoa.
O que este relato me ensina sobre Jeová?
Comentário 1: Aprendo que os recursos de Jeová são muito superiores aos de qualquer adversário. O rei da Síria enviou um exército com cavalos e carros, mas não conseguiu surpreender Jeová nem impedir que protegesse seu profeta. Além disso, Jeová já conhecia os planos de ataque e os revelava a Eliseu. Isso me ajuda a lembrar que uma situação pode parecer fora do nosso controle sem estar fora do alcance de Jeová. Ele vê muito mais do que conseguimos ver.
Comentário 2: Também aprendo que Jeová se interessa pelas necessidades de seus servos, inclusive pelo medo deles. Ele não apenas fez fracassar a tentativa de capturar Eliseu; também respondeu ao pedido para que seu ajudante pudesse ver a ajuda disponível. Aquele homem precisava recuperar a confiança, e Jeová atendeu a essa necessidade. Esse é um detalhe muito terno do relato. Ele nos permite nos aproximar de Jeová em oração sem pensar que nossas preocupações são pequenas demais para lhe serem contadas.
Comentário 3: O modo como o episódio terminou me ajuda a apreciar que o poder de Jeová não está separado da misericórdia. Os soldados ficaram indefesos em Samaria, mas Eliseu pediu que não fossem mortos, e sim alimentados e enviados para casa. A intervenção não terminou numa matança. Isso me ensina a não confundir poder com dureza e me incentiva a valorizar a compaixão, mesmo quando tenho motivos para estar irritado com alguém.
Como este relato se relaciona com o propósito de Jeová e com o tema principal da Bíblia?
Comentário 1: O relato destaca a superioridade de Jeová e a importância de seu nome. Eliseu defendia a adoração verdadeira contra o culto a Baal, e a ajuda que recebeu mostrou que servia ao Deus verdadeiro. Isso se relaciona com a santificação do nome de Jeová: o que aconteceu dava motivos para honrá-lo e confiar nele. O centro do relato não é a grandeza de Eliseu, mas o que Jeová demonstrou ao sustentar seu profeta diante de uma força humana muito maior.
Comentário 2: Também se relaciona com nossa confiança de que Jeová pode cumprir seu propósito por meio de seu Reino. O exército sírio parecia controlar a situação, mas não conseguiu se impor ao poder de Deus. O episódio não é apresentado como uma profecia do Reino; ainda assim, ensina algo fundamental sobre seu Governante: nenhuma força humana supera seus recursos. Por isso, ao pensar no que Jeová se propõe a fazer, não precisamos medir suas possibilidades por nossas limitações nem pelo poder de seus opositores.
Comentário 3: Os milagres relacionados com Eliseu também nos ajudam a confiar no propósito de Jeová de devolver a vida aos mortos. A referência lembra ressurreições e descreve como um homem voltou a viver depois de ser jogado na sepultura do profeta. Esses acontecimentos mostram que Jeová tem poder sobre a morte. Assim, o capítulo não apenas nos incentiva a confiar na ajuda dele diante de uma ameaça presente, mas também fortalece nossa confiança de que ele pode dar vida novamente aos que morreram.
O que eu gostaria de perguntar a Eliseu quando ele for ressuscitado?
Comentário 1: Eu gostaria de perguntar-lhe quais ensinamentos de Elias foram especialmente úteis quando precisou continuar sem ele. Sabemos que o acompanhou fielmente e aprendeu ao seu lado, mas seria muito bonito ouvir quais conselhos ou experiências ele lembrava. Não podemos saber agora qual seria sua resposta. Mesmo assim, essa pergunta me faz valorizar mais o treinamento que recebemos de irmãos experientes e me incentiva a prestar atenção, porque o que aprendemos hoje pode nos fortalecer diante de responsabilidades futuras.
Comentário 2: Eu perguntaria como ele viveu o momento em que Jeová abriu os olhos de seu ajudante. O relato nos conta o que o ajudante pôde ver, mas não todos os detalhes do que aconteceu entre eles depois. Eu gostaria de ouvir Eliseu falar dessa experiência. Enquanto esse dia não chega, a pergunta me lembra algo que sabemos: ele não se contentou em ter confiança pessoal, mas se interessou em ajudar seu companheiro a vencer o medo.
Comentário 3: Eu gostaria de perguntar-lhe como cultivou esse equilíbrio entre firmeza e bondade durante tantos anos. Ele defendeu zelosamente o nome de Jeová e, ao mesmo tempo, mostrou paciência e compaixão. Seria muito enriquecedor ouvi-lo falar do que aprendeu ao servir como profeta. Essa pergunta também me leva a examinar minha conduta agora: não preciso esperar para conhecer mais detalhes de sua vida a fim de me esforçar para ser corajoso sem me tornar duro, e bondoso sem deixar de ser leal a Jeová.
Aproveite todos os recursos Premium
Mais comodidade para preparar as reuniões e usar todas as ferramentas do site.
- Navegação sem anúncios
- Minha Gravadora e transcrição ao vivo
- Revisão de designações
- Academia completa
- Publicações em áudio e lupa de leitura
- Comentários salvos e sincronizados
- Apoie o projeto e ajude a mantê-lo
Plano mensal
3 € por mêsRenovação mensal. Cancele quando quiser.
Escolher mensalPlano anual
30 € por anoPagamento único por 12 meses. Sem renovação automática.
Escolher anual









