Capítulo 8: Resistiu à tentação
1. Que provas há de que o relato da vida de José no Egito é exato? (g 11/10 p. 15 § 2.)
Comentário 1: A fonte citada destaca os títulos e a terminologia. Esses detalhes se harmonizam com o contexto egípcio do relato de José e apoiam sua exatidão.
Comentário 2: O relato não apresenta o Egito de maneira imprecisa ou geral. A terminologia usada fornece provas de que ele se refere a fatos reais.
Comentário 3: Os títulos mencionados no relato ajudam a situar José no ambiente egípcio. São detalhes que confirmam a confiabilidade do relato bíblico.
2. Como José sabia que, para Deus, o adultério era “uma maldade tão grande”? (Gên. 39:9; w22.08 p. 26 § 2.)
Gênesis 39:9 — Não há ninguém maior do que eu nesta casa, e ele não me negou absolutamente nada, a não ser a senhora, porque é esposa dele. Portanto, como eu poderia cometer essa grande maldade e realmente pecar contra Deus?”
Comentário 1: José entendia que ceder à esposa de Potifar não seria apenas desleal ao seu senhor. Acima de tudo, seria um pecado contra Jeová.
Comentário 2: Embora a Lei de Moisés ainda não tivesse sido escrita, José conhecia Jeová o suficiente para saber o que ele pensava sobre a imoralidade sexual.
Comentário 3: José provavelmente sabia que Jeová criou o casamento para um homem e uma mulher. Esse ensino o ajudou a distinguir claramente entre o certo e o errado.
3. Por que Jeová permitiu que José se tornasse primeiro-ministro do Egito? (w96 1/5 p. 11 § 4.)
Comentário 1: Jeová permitiu que José fosse primeiro-ministro para usá-lo como instrumento e preservar a descendência de Abraão.
Comentário 2: Ao dar autoridade a José no Egito, Jeová tornou possível armazenar alimento antes dos anos de fome.
Comentário 3: José não chegou a esse cargo apenas para receber honra. Jeová estava realizando seus propósitos por meio do que José fazia.
4. Como sabemos que a fé de José nunca se enfraqueceu, nem mesmo quando ele tinha 110 anos? (Gên. 50:25, 26; w07 1/6 p. 28 §§ 10, 11.)
Gênesis 50:25-26 — Por isso, José fez os filhos de Israel prestar um juramento; disse-lhes: “Deus, sem falta, voltará a atenção para vocês. Prometam-me que levarão meus ossos para fora daqui.” E José morreu aos 110 anos de idade; então mandaram embalsamá-lo, e ele foi posto num caixão, no Egito.
Comentário 1: No fim de sua vida, José pediu que seus ossos fossem levados do Egito. Ele estava convencido de que Jeová libertaria seu povo.
Comentário 2: José tinha 110 anos, mas sua esperança continuava firme. Sua ordem a respeito de seus ossos foi um simples e poderoso ato de fé.
Comentário 3: Essa ordem deu esperança aos israelitas durante os longos anos de escravidão. Lembrava-lhes que sua libertação certamente chegaria.
O que o modo como José tratou seus irmãos nos ensina sobre como devemos reagir quando um irmão nos trata mal? (Gên. 45:4, 5; 50:19-21).
Gênesis 45:4-5 — Então José disse a seus irmãos: “Aproximem-se, por favor.” E eles se aproximaram dele. Ele disse: “Eu sou José, seu irmão, que vocês venderam aos egípcios. Mas, agora, não fiquem aflitos nem censurem uns aos outros por me terem vendido aos egípcios; porque Deus me enviou na frente de vocês para preservar vidas.
Comentário 1: José reconheceu sinceramente o dano que seus irmãos lhe haviam causado, mas não se concentrou em se vingar. Ele viu como Deus havia feito com que aquilo resultasse em salvar vidas.
Gênesis 50:19-21 — José lhes disse: “Não tenham medo. Será que eu estou no lugar de Deus? Embora vocês quisessem me fazer o mal, Deus quis que as coisas acabassem bem e que muitas vidas fossem preservadas; e é isso que ele está fazendo hoje. Agora, não tenham medo. Eu continuarei a sustentar vocês e as suas crianças.” Assim ele os consolou e com suas palavras os tranquilizou.
Comentário 2: José não tomou o lugar de Deus para julgar seus irmãos. Em vez disso, consolou-os e garantiu que continuaria cuidando deles.
Comentário 3: Se um irmão nos trata mal, o exemplo de José nos ensina a não retribuir mal por mal nem alimentar o desejo de acertar as contas.
… quando estamos na escola?
Comentário 1: José foi leal a Jeová quando estava longe de casa. Na escola, podemos demonstrar a mesma lealdade, mesmo que ninguém de nossa família nos veja.
Comentário 2: Talvez alguns colegas nos pressionem a fazer algo errado. O exemplo de José nos incentiva a dizer não com firmeza.
Comentário 3: José não permitiu que as circunstâncias determinassem sua conduta. Nós também não devemos permitir que o ambiente escolar enfraqueça nossas normas.
… quando estamos viajando?
Comentário 1: José continuou leal quando estava muito longe de sua família. Viajar também não muda as normas justas de Jeová.
Comentário 2: Quando viajamos, talvez tenhamos mais liberdade e menos supervisão. José nos ensina que nossa lealdade deve vir do amor a Jeová.
Comentário 3: José rejeitou uma tentação embora a esposa de Potifar pudesse tornar sua vida difícil. Nós podemos fazer o que é certo mesmo que isso nos custe algo.
… quando usamos o telefone ou outro dispositivo eletrônico?
Comentário 1: José se recusou repetidamente a fazer o que era errado. Ao usar um dispositivo eletrônico, também precisamos rejeitar com decisão o conteúdo imoral.
Comentário 2: Mesmo que ninguém nos veja quando usamos o telefone, Jeová vê o que fazemos. Lembrar disso fortalece nosso desejo de nos manter limpos.
Comentário 3: José não quis se expor a uma situação perigosa. Podemos imitá-lo evitando páginas, conversas ou imagens que despertem desejos errados.
De que maneiras você pode imitar o exemplo de coragem de José?
Comentário 1: Podemos imitar José colocando a lealdade a Jeová acima do conforto, das oportunidades ou do medo das consequências.
Comentário 2: José mostrou coragem ao rejeitar uma proposta imoral. Nós também precisamos dizer não com firmeza quando somos pressionados a fazer o que é errado.
Comentário 3: Na prisão, José continuou trabalhando da melhor maneira possível. Podemos imitar sua coragem por não cair no desespero durante uma provação.
O que esse relato me ensina sobre Jeová?
Comentário 1: Esse relato ensina que Jeová estava com José em circunstâncias muito diferentes: como escravo, como prisioneiro e como governante.
Comentário 2: Jeová abençoou o esforço de José quando ele se manteve fiel. Isso nos garante que Jeová valoriza a lealdade de seus servos.
Comentário 3: Jeová pode fazer com que situações dolorosas contribuam para o cumprimento de seu propósito. Ele fez isso por meio de José para salvar vidas.
Como esse relato se relaciona com o propósito de Jeová e com o tema principal da Bíblia?
Comentário 1: Jeová usou José para preservar a descendência de Abraão durante uma época de fome. Assim, protegeu a linhagem relacionada com sua promessa.
Comentário 2: A família de Jacó foi para o Egito e continuou viva. Dessa família surgiria a nação de Israel.
Comentário 3: Os sonhos proféticos de José se cumpriram quando seus irmãos se curvaram diante dele. Isso confirma que Jeová cumpre o que se propõe a fazer.
O que eu gostaria de perguntar a José quando ele ressuscitar?
Comentário 1: Poderíamos perguntar-lhe como conseguiu manter a confiança em Jeová durante tantos anos de escravidão e prisão.
Comentário 2: Talvez gostaríamos de saber o que o ajudou a permanecer tão firme quando a esposa de Potifar insistia dia após dia.
Comentário 3: Poderíamos perguntar-lhe como se sentiu ao ver que seus irmãos haviam mudado e ao ter a oportunidade de ajudá-los.
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