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Faça Seu Melhor no Ministério para a semana de 25 a 31 de janeiro de 2027

Faça Seu Melhor no Ministério para a semana de 25 a 31 de janeiro de 2027

Fazendo discípulos

Dados da designação

Designação: Fazendo discípulos
Duração: 2 min
Lição e ponto: Lição 11 · Simplicidade · ponto 3
Objetivo didático: Não fale demais. Não explique ao estudante tudo o que você sabe sobre determinado assunto. Em vez disso, concentre-se nas informações do manual de estudo. Quando fizer uma pergunta, espere com paciência que o estudante responda. Mas e se ele não souber a resposta ou disser algo que não esteja de acordo com a Bíblia? Faça mais perguntas para ajudá-lo a chegar à conclusão correta. Se o estudante já tiver entendido a ideia, passe ao ponto seguinte.
Cenário: Diante da congregação, o presidente da reunião recapitula como ouvir o estudante e ajudá-lo a raciocinar durante um estudo bíblico
Texto bíblico associado: Provérbios 20:5 — Os pensamentos do coração de um homem são como águas profundas, Mas o homem de discernimento os puxa para fora.
Material oficial: Discurso a cargo do presidente da reunião. Recapitule brevemente Uma Obra de Amor, lição 11, ponto 3.

Quando um estudante demora para responder a uma pergunta, talvez sintamos vontade de responder por ele. Queremos ajudá-lo e temos muita coisa para explicar. Mas a lição 11 de Uma Obra de Amor, no ponto 3, nos lembra de que não devemos falar demais nem contar ao estudante tudo o que sabemos sobre um assunto. Nosso objetivo é ajudá-lo a entender as informações do manual de estudo. Para isso, além de explicar, precisamos ouvir. Provérbios 20:5 nos ajuda a ver por quê.

Provérbios 20:5 — Os pensamentos do coração de um homem são como águas profundas, Mas o homem de discernimento os puxa para fora.

Os pensamentos de uma pessoa podem estar bem no fundo do coração. É preciso discernimento para trazê-los à tona. Se respondermos pelo estudante assim que ele ficar em silêncio, não lhe daremos a oportunidade de expressar suas ideias. Esse silêncio pode ser exatamente o tempo de que ele precisa para pensar. Por isso, depois de fazer uma pergunta, esperemos com paciência. Não é preciso reformulá-la imediatamente nem acrescentar outra explicação. Deixemos que ele procure a resposta e a expresse com suas próprias palavras. Assim saberemos o que ele entendeu e o que precisa esclarecer.

E se ele não souber responder ou disser algo que não esteja de acordo com a Bíblia? Em vez de dar uma explicação longa, façamos outras perguntas que o ajudem a chegar à conclusão correta. Podemos dirigir a atenção dele à parte do parágrafo ou do texto bíblico que contém a resposta e perguntar que relação ele vê entre essa expressão e a pergunta do manual. Depois, esperemos novamente. O objetivo não é fazê-lo adivinhar a frase que queremos ouvir, mas ajudá-lo a raciocinar sobre o que está lendo.

Quando ele já tiver entendido a ideia, passemos ao ponto seguinte. Não precisamos acrescentar todos os detalhes que conhecemos. No próximo estudo, estabeleçamos esta meta: concentrar-nos no manual, fazer perguntas simples e esperar com paciência. Falar menos pode deixar mais espaço para o estudante pensar e aprender.

Fazendo discípulos

Dados da designação

Designação: Fazendo discípulos
Duração: 3 min
Lição e ponto: Lição 11 · Simplicidade · ponto 3
Objetivo didático: Não fale demais. Não explique ao estudante tudo o que você sabe sobre determinado assunto. Em vez disso, concentre-se nas informações do manual de estudo. Quando fizer uma pergunta, espere com paciência que o estudante responda. Mas e se ele não souber a resposta ou disser algo que não esteja de acordo com a Bíblia? Faça mais perguntas para ajudá-lo a chegar à conclusão correta. Se o estudante já tiver entendido a ideia, passe ao ponto seguinte.
Cenário: Na oficina de costura de uma estudante, durante o intervalo do meio-dia, o publicador dirige seu curso bíblico enquanto ela tenta expressar uma dúvida sobre a organização da congregação
Texto bíblico associado: 1 Coríntios 14:33 — Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos,
Material oficial: lff lição 20, introdução e ponto 1. Demonstre como não aplicar Uma Obra de Amor, lição 11, ponto 3.

Publicador: Deixo o livro aqui ou você precisa deste espaço para os tecidos?

Pessoa: Aqui está bom. Já guardei o que estava usando. Faltava encontrar uma tesoura; quando alguém muda as coisas de lugar, perco mais tempo procurando do que trabalhando.

Publicador: Isso combina muito bem com a lição 20. A introdução fala sobre ordem e sobre como a congregação cristã está organizada. Também mostra como podemos contribuir para que tudo funcione bem. Por exemplo, por que você acha que é preciso haver organização quando várias pessoas fazem algo juntas?

Pessoa: Bem, acho que depende de…

Publicador: De cada um saber o que fazer, claro. Porque, se todos fizerem as coisas do seu próprio jeito, será difícil coordenar-se. Aqui, por exemplo, você precisa ter um lugar para cortar, outro para guardar os materiais e saber que trabalho ainda tem pendente. A ordem evita confusão. Mas não se trata apenas de colocar objetos no lugar; isso também influencia a maneira como colaboramos com outras pessoas.

Pessoa: Sim, embora eu estivesse pensando em outra coisa. É bom ter organização, mas às vezes quem organiza não deixa os outros falar.

Publicador: Entendo que isso preocupe você. A introdução relaciona a organização com uma qualidade de Jeová. Para ver qual é, vou ler o texto mencionado, 1 Coríntios 14:33. Escute como ele descreve a Deus.

Publicador: 1 Coríntios 14:33 — Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos, O que isso nos ensina sobre Jeová? Ensina que ele gosta de ordem e é um Deus de paz. Por isso esperamos que seu povo seja organizado. Veja a relação: não estamos falando de organizar as coisas apenas por estarem organizadas, mas de fazer tudo funcionar bem e haver paz.

Pessoa: Isso eu entendo. O que eu queria perguntar é se estar organizados significa que todos precisam ficar calados e escutar.

Publicador: Veja a imagem da lição. Há um irmão fazendo uma pergunta e vários presentes levantando a mão para comentar. O que chama sua atenção? Dá para ver que querem participar. E, ao levantar a mão, podem fazer isso de modo ordeiro. Portanto, a imagem não mostra pessoas apenas sentadas, sem participar.

Pessoa: Sim, já vejo as mãos levantadas. Eu queria saber…

Publicador: Além disso, pense no que aconteceria se todos falassem ao mesmo tempo. Seria difícil entender o que dizem, mesmo que cada um tivesse algo interessante a acrescentar. Por isso, participar e manter a ordem não são coisas opostas. É como quando você recebe várias encomendas: pode atender a todas, mas precisa se organizar para não confundir o que cada cliente pediu.

Pessoa: A questão da ordem ficou clara para mim. Podemos continuar? Eu gostaria de chegar à pergunta sobre como a congregação está organizada antes de voltar ao trabalho.

Pessoa: Com as encomendas, também preciso ouvir até o fim. Às vezes uma cliente demora para explicar que conserto quer. Minha dúvida é se há espaço para quem precisa de mais tempo para se expressar.

Publicador: É claro. Precisar de tempo não significa não ter nada a acrescentar. Pense numa cliente que pede para encurtar uma manga, mas ainda não explicou quanto. Bastaria saber que ela quer encurtá-la? Não, porque você poderia cortar tecido demais. Primeiro precisa entender o que ela está pedindo. Com as pessoas também é importante entender o que querem dizer, não apenas que falem na sua vez. E esse exemplo tem outro detalhe: ouvir bem pode evitar que depois seja preciso corrigir um mal-entendido.

Publicador: Sim, essa é a pergunta seguinte. Mas antes, deixe-me explicar um pouco mais a diferença entre ter as coisas em ordem e colaborar de modo ordeiro. Assim você entenderá bem a introdução quando passarmos ao ponto 1.

Fazendo discípulos

Dados da designação

Designação: Fazendo discípulos
Duração: 3 min
Lição e ponto: Lição 11 · Simplicidade · ponto 3
Objetivo didático: Não fale demais. Não explique ao estudante tudo o que você sabe sobre determinado assunto. Em vez disso, concentre-se nas informações do manual de estudo. Quando fizer uma pergunta, espere com paciência que o estudante responda. Mas e se ele não souber a resposta ou disser algo que não esteja de acordo com a Bíblia? Faça mais perguntas para ajudá-lo a chegar à conclusão correta. Se o estudante já tiver entendido a ideia, passe ao ponto seguinte.
Cenário: Numa mesa no pátio do estudante, o publicador continua seu curso bíblico enquanto repassam algumas perguntas que ele anotou sobre as reuniões
Texto bíblico associado: João 16:12 — “Ainda tenho muitas coisas para lhes dizer, mas agora vocês não são capazes de suportá-las.
Material oficial: lff lição 20, pontos 2, 3 (lmd lição 11, ponto 3).

Publicador: Você conseguiu encontrar a página onde tinha anotado sua pergunta?

Pessoa: Sim, está aqui. Tenho tantas anotações que depois não encontro nada. Queria perguntar sobre o irmão que faz as perguntas na reunião. Ele está verificando quanto cada um sabe? Porque eu ainda não teria coragem de responder.

Publicador: Você está preocupado que ele faça uma pergunta sem que você queira participar?

Pessoa: Exatamente. Em alguns cursos fazem uma pergunta de repente para ver se você está prestando atenção. E, mesmo que eu tenha entendido algo, quando me colocam nessa situação fico sem saber o que dizer.

Publicador: Entendo. Não é a mesma coisa saber algo e explicá-lo diante de outros. Veja a imagem da nossa lição. O que vários dos presentes estão fazendo?

Pessoa: Estão levantando a mão. Bem, isso parece indicar que querem responder, não que foram escolhidos de surpresa. Eu não tinha percebido esse detalhe.

Publicador: Sim. Agora, o ponto 2 pergunta que função os anciãos desempenham. Pensando nessa cena, fazer perguntas pode servir para algo além de testar o conhecimento?

Pessoa: Pode ajudar a pensar. Aqui acontece comigo: às vezes acho que entendi o que leio, mas, quando tento explicar para você, descubro que não entendi bem uma parte. Embora você também pudesse me explicar tudo diretamente e terminaríamos mais rápido.

Publicador: Talvez terminássemos mais rápido. Mas ajudaria se eu explicasse de uma vez tudo o que sei?

Pessoa: Depende. É claro que quero respostas, mas, se forem muitas coisas novas, depois misturo tudo. Como estas anotações: escrevi depressa e agora nem sei por que anotei algumas delas.

Publicador: O que você disse me lembra como Jesus levou em conta seus discípulos ao ensiná-los. Vou ler João 16:12; veja por que ele não explicou tudo naquele momento. Há um texto que se aplica muito bem. Podemos ler João 16:12?

Publicador: João 16:12 — “Ainda tenho muitas coisas para lhes dizer, mas agora vocês não são capazes de suportá-las. De acordo com essas palavras, o problema era que Jesus não tivesse mais coisas para ensinar-lhes?

Pessoa: Não, ele tinha mais. Mas eles não conseguiam assimilar tudo naquele momento. Isso me tranquiliza, embora eu também não queira que minhas perguntas fiquem sem resposta.

Publicador: É claro, suas perguntas são importantes. Que acha de separarmos as que correspondem ao ponto que estamos estudando das que podemos retomar depois?

Pessoa: Acho bom, desde que as deixemos anotadas. Assim posso me concentrar numa coisa sem pensar que vamos esquecer o restante.

Publicador: De acordo. Voltando à imagem, como ouvir tanto a pergunta como as respostas pode ajudar você?

Pessoa: Posso tentar responder mentalmente e comparar com o que entendi. Não preciso ficar preparando um comentário o tempo todo. Por enquanto prefiro ouvir; mais adiante talvez eu me anime a levantar a mão.

Publicador: Ouvir pode ajudar muito. E, se alguém responder usando palavras diferentes das que você tinha pensado, como poderia saber se entendeu a ideia? Nem sempre usamos as mesmas expressões para explicar algo.

Pessoa: Isso é difícil para mim. Se minha resposta não se parece com a que ouço, logo penso que errei. Na escola eu tentava lembrar as frases do livro, porque assim me sentia mais segura ao responder.

Publicador: Vamos aplicar isso ao que acabamos de ler. Se você dissesse que Jesus levou em conta quanto seus discípulos podiam aprender naquele momento, estaria explicando a ideia do texto ou mudando-a?

Pessoa: Eu a estaria explicando com minhas próprias palavras. Seria diferente se dissesse que Jesus não queria ensiná-los mais. Isso não combinaria com o que lemos, porque ele ainda tinha muito a dizer-lhes.

Publicador: Exatamente. Então, em vez de observar apenas se sua resposta soa igual à outra, o que você poderia verificar?

Pessoa: Se ela expressa o que o texto ensina. Assim posso reconhecer quando entendi e quando preciso perguntar. Gostaria de aprender a fazer isso sem me preocupar tanto em repetir as palavras exatas.

Publicador: Está bem. Essa dúvida ficou mais clara. Passemos ao ponto 3 e vejamos que pergunta ele apresenta.

Fazendo discípulos

Dados da designação

Designação: Fazendo discípulos
Duração: 4 min
Lição e ponto: Lição 11 · Simplicidade · ponto 3
Objetivo didático: Não fale demais. Não explique ao estudante tudo o que você sabe sobre determinado assunto. Em vez disso, concentre-se nas informações do manual de estudo. Quando fizer uma pergunta, espere com paciência que o estudante responda. Mas e se ele não souber a resposta ou disser algo que não esteja de acordo com a Bíblia? Faça mais perguntas para ajudá-lo a chegar à conclusão correta. Se o estudante já tiver entendido a ideia, passe ao ponto seguinte.
Cenário: Na sala de jantar do estudante, o publicador continua seu curso bíblico depois que ele afasta as instruções de uma estante que está tentando montar
Texto bíblico associado: Mateus 11:28-30 — Venham a mim, todos vocês que estão trabalhando duro e estão sobrecarregados, e eu os reanimarei. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e acharão revigoramento para si mesmos. Pois o meu jugo é suave e a minha carga é leve.”
Material oficial: lff lição 20, ponto 4 (lmd lição 11, ponto 3).

Publicador: Quer colocar os livros deste lado e deixar as peças onde estão?

Pessoa: Sim, melhor. Já faz um bom tempo que estou com esta estante. Meu cunhado tentou me explicar por telefone como montá-la, mas deu tantas instruções seguidas que fiquei ainda mais perdido. Vou deixá-la para depois.

Publicador: Às vezes precisamos fazer as coisas passo a passo. Quer continuar com o ponto 4 da lição 20, ou prefere deixar o estudo para outra hora?

Pessoa: Não, vamos continuar. É bom mudar de atividade. Aqui diz que Jesus é um líder que oferece alívio. Tenho um pouco de dificuldade para entender isso.

Publicador: Que parte você acha difícil de entender?

Pessoa: Que seguir alguém possa trazer alívio. Normalmente, quando alguém lidera, diz o que você precisa fazer. Já tenho horários, encomendas e coisas pendentes. Se eu acrescentar mais obrigações, não vejo onde está o descanso.

Publicador: Entendo; você não quer sentir mais pressão. Vamos ver como Jesus descreve sua maneira de liderar. Vou ler Mateus 11:28-30; observe como ele é e o que oferece aos que se aproximam dele.

Publicador: Mateus 11:28-30 — Venham a mim, todos vocês que estão trabalhando duro e estão sobrecarregados, e eu os reanimarei. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e acharão revigoramento para si mesmos. Pois o meu jugo é suave e a minha carga é leve.” Pensando no que você disse sobre obrigações, entende que Jesus promete uma vida sem nada para fazer?

Pessoa: No começo quase entendi assim, como se aproximar-se dele fizesse desaparecer tudo o que nos aflige. Mas depois ele fala de um jugo e de uma carga. Então não pode significar que você não terá mais responsabilidades.

Publicador: Exatamente. E, de acordo com o que acabamos de ler, como é aquele que convida você a aprender dele?

Pessoa: Ele é de temperamento brando e humilde. Acho que isso muda as coisas. Mesmo que alguém tenha razão ao corrigir você, se falar como se você fosse tolo, você perde a vontade de continuar ouvindo.

Publicador: Como seria para você aprender com alguém que tem essas qualidades de Jesus?

Pessoa: Seria mais fácil. Eu poderia perguntar sem ficar pensando que ele vai ficar zangado. Mas uma coisa é o professor ser bondoso, e outra é aquilo que ele pede ser fácil. Isso ainda me deixa em dúvida.

Publicador: Sim, são duas coisas diferentes. Olhe novamente o último versículo. Além de explicar como ele é, o que diz sobre a carga que ele coloca?

Pessoa: Diz que ela não é pesada. Então ele não promete apenas tratar bem as pessoas; também diz que aquilo que pede pode ser levado. Eu não tinha relacionado essas duas ideias.

Publicador: Isso ajuda a entender o título do ponto. Consegue pensar numa diferença entre receber ajuda para fazer algo e sentir que alguém está apenas exigindo algo de você?

Pessoa: No caso da estante: não é a mesma coisa alguém dizer que eu já deveria ter terminado e ter alguém ao lado que me ensine com calma. O trabalho continua ali, mas não me sinto tão sobrecarregado.

Publicador: Seu exemplo mostra bem a diferença. Jesus nos convida a aprender dele; ele não promete que todo trabalho desaparecerá. Como responderia agora à sua dúvida sobre seguir um líder?

Pessoa: Eu diria que depende do líder. Eu estava pensando em alguém que apenas manda e exige mais. Jesus se descreve de outra maneira. Segui-lo envolve fazer coisas, mas não precisa ser uma pressão como eu imaginava.

Publicador: Sim, essa é a diferença. Entre as qualidades dele, qual mais incentiva você a continuar aprendendo dele?

Pessoa: O fato de ele ser de temperamento brando. Tenho dificuldade para perguntar quando não entendo algo. Às vezes digo que sim por vergonha e depois continuo com a mesma dúvida. Saber que ele é assim me dá confiança.

Publicador: Aqui você pode dizer quando algo não estiver claro, como fez agora. Não precisamos correr. Você ainda tem alguma pergunta sobre este ponto?

Pessoa: Sobre essa ideia, não. Ainda quero conhecer melhor o que Jesus ensina, mas agora entendo por que segui-lo pode trazer alívio e não ser simplesmente outra obrigação. Podemos continuar.

Pessoa: Sim, uma coisa: e se eu tentar aprender de Jesus, mas tiver dificuldade para mudar meu modo de reagir? Por exemplo, quando estou cansado, às vezes respondo mal em casa. Tenho medo de ficar desanimado se fizer isso de novo depois de estudar.

Publicador: Entendo. Mas, quando Jesus nos convida a aprender dele, você acha que isso significa que já devemos saber fazer tudo, ou que precisamos que ele nos ensine?

Pessoa: Que precisamos aprender. Então, se um dia eu responder mal, não deveria pensar que estudar não está me ajudando. Poderia reconhecer o erro, pedir desculpas e continuar me esforçando para falar com mais calma.

Publicador: Exatamente. Aprender envolve colocar em prática o que você vai entendendo, não apenas compreender. Você identificou uma situação concreta em que quer fazer isso. Tem mais alguma dúvida sobre essa ideia?

Publicador: Muito bem, passemos ao ponto seguinte.

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